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	<title>Arquivos PGBL - Multixplique</title>
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	<title>Arquivos PGBL - Multixplique</title>
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		<title>Você consegue entender o reajuste de um plano CD?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hugo Elsenbusch]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Mar 2021 19:38:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[CD]]></category>
		<category><![CDATA[PGBL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa publicação é dedicada aos atuais e futuros participantes de planos na modalidade Contribuição Definida, vulgo &#8220;CD&#8221;. Esse tipo de plano tem uma similaridade muito grande com o PGBL. Na verdade, é o que mais se aproxima hoje deste, principalmente em função de ambos permitirem os mesmos benefícios fiscais e formas similares de renda. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="630" height="421" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/doubts.jpg" alt="" class="wp-image-2105" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/doubts.jpg 630w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/doubts-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 630px) 100vw, 630px" /></figure>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Essa publicação é dedicada aos atuais e futuros participantes de planos na modalidade Contribuição Definida, vulgo &#8220;CD&#8221;. Esse tipo de plano tem uma similaridade muito grande com o PGBL.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na verdade, é o que mais se aproxima hoje deste, principalmente em função de ambos permitirem os mesmos benefícios fiscais e formas similares de renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O princípio é o mesmo. Quanto maior for a contribuição, <strong>maior o saldo</strong>. Logo, <strong>maior o benefício</strong>. Porém, há diferenças. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto no PGBL, quando o participante solicita o benefício, ele tem a <strong>garantia de reajuste do benefício por um índice de inflação</strong> e não se beneficia da rentabilidade, em planos CDs a história é um pouco diferente e isso confunde muitos participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano PGBL oferece algumas opções padronizadas, pois é um &#8220;produto de prateleira&#8221;, oferecido por bancos e corretoras, para todo o público em geral. Podem haver outras opções, mas, são bem raras. Vamos apresentar agora as principais:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Pagamento único</li><li>Renda mensal vitalícia</li><li>Renda mensal temporária</li><li>Renda mensal por prazo certo</li><li>Renda mensal vitalícia com prazo mínimo garantido</li><li>Renda mensal vitalícia reversível ao beneficiário indicado</li><li>Renda mensal vitalícia reversível ao cônjuge com continuidade aos menores</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Já o <strong>plano CD</strong> pode tem um <strong>leque diferente</strong> de opções de rendas. Dentre elas, a principal questão é que <span style="text-decoration: underline;">não existe renda vitalícia</span>. Se você pensa em um tipo de plano assim, você precisa de um plano CV (contribuição variável).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas das opções de benefícios de renda são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>% do saldo acumulado</li><li>renda por prazo certo</li><li>renda por prazo indeterminado</li><li>renda por nº de cotas</li><li>renda livremente escolhida pelo participante</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Como vimos, existem boas diferenças e algumas semelhanças. As rendas em % do saldo acumulado ou por nº de cotas podem ter variação mensal, se assim definido em regulamento. A parte boa é que não existe mais a figura do reajuste anual, pois o benefício varia todo mês em função do saldo existente ou da valorização (ou desvalorização) da cota. A parte ruim é que não dá pra saber qual será o valor do benefício no mês seguinte&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas existem também as rendas com periodicidade anual de reajuste, como por exemplo a renda por prazo indeterminado e por prazo certo (determinado). A semelhança nesssas rendas é que <strong>o saldo precisa existir</strong> para que haja a renda. Plano CD <strong>não existe risco de déficit.</strong> A diferença da primeira para a segunda é que enquanto a primeira prevê um valor de benefício pela expectativa de vida, portanto indeterminado, recalculado anualmente com base no saldo, a segunda prevê o benefício pago por um prazo previamente conhecido, escolhido pelo participante na concessão.   </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como dissemos acima, um participante que opta por receber uma <strong>renda por prazo certo</strong>, terá direito ao reajuste anual. Assim, a rentabilidade obtida,  a existência de pagamentos retroativos e a <strong>expectativa de rentabilidade futura, </strong>baseada na curva de taxa de juros projetada, bem como detalhes como se o benefício &#8220;décimo terceiro&#8221; será pago integralmente em dezembro ou dividido em partes no ano, definem como será o próximo reajuste, em maior ou menor impacto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Opa. Calma aí. Expectativa de rentabilidade futura? Pro próximo ano? Explica direito isso aí&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Próximo ano <strong>NÃO</strong>. No <strong>longo prazo</strong> mesmo. Calma. Vou chegar lá&#8230; </p>



<p class="wp-block-paragraph">Trabalhei muitos anos em fundo de pensão e vivi diversos momentos de recálculo dos benefícios de reajuste dos aposentados do Plano CD. Era a nossa área que informava (antes da chegada do sistema de TI) e depois a que validava (depois do sistema implantado) o benefício a ser reajustado. Justamente aquele mesmo plano que prometia benefícios maiores quanto maior fosse a rentabilidade. Afinal, todo plano CD segue essa máxima&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, bastava chegar o dia do pagamento, o contracheque ser disponibilizado no site para começassem os e-mails e as ligações para a central de relacionamento que estava sendo criada (isso quando não havia as ligações que caíam direto para o pessoal que trabalhava na Folha de Pagamentos, que acabava, após alguns questionamento, repassando o participante no telefone para a nossa área atuarial explicar).</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:62% auto"><figure class="wp-block-media-text__media"><img decoding="async" width="1024" height="656" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/wrong-1024x656.jpg" alt="" class="wp-image-2101 size-full" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/wrong-1024x656.jpg 1024w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/wrong-300x192.jpg 300w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/wrong-768x492.jpg 768w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/wrong-1536x983.jpg 1536w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/wrong-2048x1311.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">Quem disse que era fácil? Explicar para um participante, &#8220;cheio de <strong>certezas</strong>&#8221; que o que ele dizia ser claramente um<strong> erro de cálculo</strong> se tratava na verdade, de uma metodologia não compreendida por ele e pela maioria dos participantes, até hoje provavelmente, principalmente os ativos.</p>
</div></div>



<p class="wp-block-paragraph">Estávamos em Janeiro de 2013 e a 171ª reunião do COPOM, em novembro de 2012 tinha acabado de manter a taxa de juros SELIC no menor nível até então. O histórico <strong>7,25%.</strong> Para facilitar a lembrar de que período estávamos vivendo, poco antes o Governo tinha alterado a forma de remuneração da poupança. Não seria mais 0,5% + TR. Seria 70% da Taxa Selic se a mesma ficasse abaixo de um deterinado %.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando um cenário de inflação naquele momento bem maior que o atual, a verdade é que o fundo de pensão que eu trabalhava, bem como boa parte do mercado, fazia previsões de rentabilidade real no máximo em 4,7% para o longo prazo. Se descontada ainda a taxa de administração do plano, essa taxa &#8220;líquida&#8221; real chegava a também históricos 4,2%. Muito pouco para aqueles tempos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E qual era a grande consequencia dessa taxa de juros tão baixa? <strong>Redução do benefício.</strong> Sim. É isso mesmo. Benefício menor para o participante. Aquele mesmo que estava do outro lado do telefone, indignado com as primeiras respostas:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><em>&#8220;Senhor, o valor do benefício está correto.&#8221;</em></li><li><em>&#8220;Senhor, não existe erro algum.&#8221;</em></li><li><em>&#8220;Senhor, você deve estar acompanhando as projeções feitas pelos economistas sobre a rentabilidade dos investimentos estar abaixo de outros anos anteriores.</em>&#8220;</li><li><em>&#8220;Senhor, tivemos que adotar uma taxa de juros mais conservadora para proteger o seu benefício pelo período restante&#8221;</em>.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Tínhamos baixado de 6% (taxa que devia ser cumprida em função de exigência regulamentar) para 4,2%. O que agravava mais aquele momento. <strong>Quanto mais a taxa reduz</strong>, <strong>menor o benefício</strong>. Quanto <strong>maior o prazo</strong>, <strong>maior</strong> <strong>o impacto</strong> dessa <strong>redução</strong>. Em se tratando de benefício para &#8220;toda a vida&#8221;, dá pra ter idéia do que tínhamos pela frente: um <strong>desafio</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. Era difícil pra gente aquela missão. Não apenas ter que passar noções de matemática financeira, mas ter que dar uma notícia tão ruim. Ainda havia o fato de conhecermos pessoalmente muitos daqueles participantes, o que mexia com a gente, pois também atendíamos pessoalmente os mesmos, tirávamos dúvidas e orientávamo-nos quanto às questões de suas aposentadorias etc. E num momento desses, as pessoas contavam um pouco de suas vidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto no benefício? <strong>Cada pessoa teve uma variação diferente</strong>. Na maior parte, no mínimo de 15% a 20% de redução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E havia ainda os que tinham pedido benefício por um prazo muito longo, tipo 35 ou 40 anos que chegavam a ter redução de 35 a 40%. </p>



<p class="wp-block-paragraph">E o pior é que eles se falavam entre si, ligavam um para o outro e diziam que seus amigos estavam cada um com um reajuste diferente e que ninguém entendia nada. Chegaram a formar um grupo que se falava por e-mails (não havia ainda os grupos de whatsapp) para comparecer à empresa todos juntos em um determinado horário para exigir explicações. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Explicações essas já feitas antes. Foi erro de comunicação? Não dá para responsabilizar a empresa. Há notícias que você precisa dar e por mais que seja completa, ampla e por diversos canais, não agradam e exigem mais um tempo para que tudo se acalme. A empresa foi pró-ativa e fez informes, disponibilizou-os no site, mandou e-mails. Fizemos palestras específicas para explicar, mas eles não podiam imaginar que a perda seria tão grande, apesar do trabalho de divulgação feito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o fato é que a verdade era difícil de engolir. Como viver de repente, com 15, 20 e 25% do benefício a menos, sem perspectiva de melhorar?</p>



<p class="wp-block-paragraph">E pior, para deixar ainda mais confuso, o ano de 2012 tinha sido excelente em termos de rentabilidade. Como se diz no mercado financeiro, a taxa de juros &#8220;fechou&#8221;, ou seja, diminuiu. Como os planos CDs são <strong>marcados a mercado</strong>, a parte da renda fixa que era atrelada aos títulos públicos deu uma alta valorização. A renda variável ajudou pouco naquele ano, pelo menos na fundação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A seguir, o gráfico da rentabilidade mensal, com seus resultados fechados em dezembro.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Rentabilidade-2012-Eletros.jpg" alt="" class="wp-image-2089" width="678" height="282" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Rentabilidade-2012-Eletros.jpg 525w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Rentabilidade-2012-Eletros-300x125.jpg 300w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" /><figcaption><strong>Rentabilidade dos 5 perfis de investimentos</strong> <em>versus</em>  IPCA &#8211; <strong>Ano 2012</strong></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No gráfico acima vemos as rentabildades brutas obtidas dos 5 (cinco) perfis de investimentos em 2012. Havia perfil ultra conservador até o agressivo. A última linha, a vermelha mais embaixo no gráfico, corresponde ao IPCA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este tinha sido o resultado que antecedeu o reajuste. Ou seja, no raciocíno de 100% dos aposentados, &#8220;<em>a rentabilidade líquida de seus planos tinha conseguido superar a meta atuarial.&#8221;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que &#8220;RAIOS&#8221; então o reajuste tinha sido negativo???</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa pergunta tinha que ser respondida a cada e-mail, a cada ligação. O curioso foi que, anos depois, quando a expectativa da taxa subiu novamente, mesmo não tendo sido tão bom o resultado no ano, os reajustes foram positivos e a repercussão foi bem diferente. Adivinha quantas &#8220;reclamações&#8221; chegaram para responder? Quase nenhuma. Você já viu alguém <strong>reclamar</strong> de algo que muda pra melhor, mesmo que não entenda os motivos? Nem eu. Alguns acharam que a fundação tinha corrigido o erro de anos anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por isso que educação previdenciária é importante em todas as fases da vida das pessoas. Não é apenas enquanto a pessoa se prepara para se aposentar. É importante quando ela precisa viver de uma renda e não tem mais como continuar trabalhando ou gerando receitas para sua subsistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Voltando ao caso do reajuste, dentre todas as variáveis que podem influenciar no novo valor do benefício de aposentadoria de um plano CD, vamos analisar o impacto do fator mais importante, a <strong>taxa de juros</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém há outros fatores que influenciam, como já citamos nessa publicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos demonstrar agora, com exemplos <strong>hipotéticos</strong>, casos em que a rentabilidade no ano em 4 planos distintos apresentassem resultados <strong>rigorosamente iguais</strong> (8% a.a.) ao final do ano, porém veremos que seus reajustes seriam, ainda assim, <strong>diferentes</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiramente vamos assumir que a previsão de rentabilidade futura de lonto prazo será a mesma (5% a.a) e o prazo de pagamento dos benefícios, escolhido pelos participante também é igual em todos os casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vamos lá?</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Premissas:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saldo Acumulado:</strong> R$ 877.028,00    <strong>Prazo:</strong> 20 anos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rentab. Futura Esperada:</strong> 5% ao ano     <strong>Rentabilidade no ano:</strong> 8%</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Renda Inicial:</strong> R$ 5.000,00   <strong>&#8220;Décimo terceiro&#8221;:</strong> 50% em Jun &amp; 50% em Dez</p>



<p class="wp-block-paragraph">Definidas as premissas de cálculo é hora de apresentar os cenários:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cenário 1:</strong> Rentab. mensal constante</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cenário 2:</strong> Rentab. com &#8220;altos e baixos&#8221; ao longo do ano</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cenário 3:</strong> Rentab. negativa nos 6 primeiros meses</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cenário 4:</strong> Rentab. positiva nos 6 primeiros meses (Cenário 3 invertido)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rentabilidades</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Rentabilidades-cenarios.jpg" alt="" class="wp-image-2106" width="678" height="468" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Rentabilidades-cenarios.jpg 543w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Rentabilidades-cenarios-300x207.jpg 300w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:30px"><strong>Resultados</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="491" height="125" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/REajustes-CD.jpg" alt="" class="wp-image-2094" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/REajustes-CD.jpg 491w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/REajustes-CD-300x76.jpg 300w" sizes="(max-width: 491px) 100vw, 491px" /><figcaption>Prazo restante: 19 anos</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Observe que o mínimo reajuste seria de 2,98% e o máximo de 3,30%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Obs:</strong> Para a <strong>mesma rentabilidade</strong> e exatamente o mesmo fluxo de benefícios pagos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se o prazo fosse de <strong>25 anos</strong>, em vez de <strong>20 anos</strong>?</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Reajuste-CD-25-anos.jpg" alt="" class="wp-image-2095" width="587" height="149" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Reajuste-CD-25-anos.jpg 495w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Reajuste-CD-25-anos-300x76.jpg 300w" sizes="(max-width: 587px) 100vw, 587px" /><figcaption>Prazo restante: 24 anos</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Já deu pra perceber o impacto? Estamos falando de apenas 5 anos de diferença&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja o impacto num benefício a ser pago por <strong>35 anos</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Reajuste-CD-35-anos.jpg" alt="" class="wp-image-2096" width="582" height="148" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Reajuste-CD-35-anos.jpg 490w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Reajuste-CD-35-anos-300x77.jpg 300w" sizes="(max-width: 582px) 100vw, 582px" /><figcaption>Prazo restante: 34 anos</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1ª conclusão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Superar a meta atuarial em apenas um único ano</strong> não tem tanta representatividade no valor do benefício que <strong>ainda será pago por muito tempo</strong>. Isso porque o excesso de saldo em relação ao previsto será pago ao longo do tempo restante e não imediatamente no ano seguinte! E nesse caso falamos em 3% de superação, em termos líquidos!</p>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:25px">Voltando a 2013&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos então dar apenas uma melhor idéia do que ocorreu em 2013, refazendo esses cálculos, reduzindo a taxa de juros de <strong>5%</strong> para <strong>4,50%</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos mostrar que o impacto de &#8220;apenas&#8221; 0,50% <strong>não pode</strong> ser desprezado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira:</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Reajuste-CD-20-25-e-35-anos.jpg" alt="" class="wp-image-2097" width="627" height="580" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Reajuste-CD-20-25-e-35-anos.jpg 506w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Reajuste-CD-20-25-e-35-anos-300x277.jpg 300w" sizes="(max-width: 627px) 100vw, 627px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2ª conclusão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Redução de taxa de juros tem um impacto significativo.</strong> Basta comparar os resultados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas a título de exemplificação, no prazo de 34 anos, no cenário 1, o benefício seria reduzido em 5%, em vez de ser reajustado positivamente em 0,98%, mesmo com o resultado excepcional obtido pela rentabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Considerações Finais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Há muito o que se ensinar ainda sobre os benefícios dos planos de contribuição definida. O participante precisa ser municiado de exemplos práticos, as fundações devem sempre investir em uma comunicação mais transparente, promovendo jogos (um &#8220;quiz&#8221; por exemplo), desmistificando aquele que passa a ser talvez o principal recurso financeiro do aposentado.</p>



<div class="wp-block-media-text alignwide has-media-on-the-right is-stacked-on-mobile" style="grid-template-columns:auto 62%"><figure class="wp-block-media-text__media"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="552" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/pimenta-1024x552.jpg" alt="" class="wp-image-2099 size-full" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/pimenta-1024x552.jpg 1024w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/pimenta-300x162.jpg 300w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/pimenta-768x414.jpg 768w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/pimenta-1536x829.jpg 1536w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/pimenta-2048x1105.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><div class="wp-block-media-text__content">
<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:18px">Para os planos que prevêem a <strong>renda por prazo indeterminado</strong>, que considera além da taxa de juros, a tábua de mortalidade. Apenas uma <strong>&#8220;pimenta&#8221;</strong> a mais nessa delicada equação, que faz com que o benefício possa reduzir ainda mais&#8230;</p>
</div></div>



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		<title>Série: Trocar de plano de previdência exige cuidados &#8211; Parte I</title>
		<link>https://www.multixplique.com.br/trocar-de-plano-de-previdencia-exige-cuidados-parte-i/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Hugo Elsenbusch]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2021 16:26:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Decisões Financeiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a esmola é demais, até o santo desconfia. A reforma da Previdência aprovada em 12.Nov.2019 pelo Congresso Nacional trouxe algumas novas realidades para nós brasileiros. Talvez a mais importante, por mais paradoxo que possa parecer, ela mostra que o caminho para uma aposentadoria tranquila não é o INSS. Em outras palavras, cada um deve [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/time-for-a-change-4499734-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1976" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/time-for-a-change-4499734-1024x683.jpg 1024w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/time-for-a-change-4499734-300x200.jpg 300w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/time-for-a-change-4499734-768x512.jpg 768w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/time-for-a-change-4499734-1536x1024.jpg 1536w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/time-for-a-change-4499734-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a esmola é demais, até o santo desconfia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reforma da Previdência aprovada em 12.Nov.2019 pelo Congresso Nacional trouxe algumas novas realidades para nós brasileiros. Talvez a mais importante, por mais paradoxo que possa parecer, ela mostra que o caminho para uma aposentadoria tranquila <strong>não é o INSS</strong>. Em outras palavras, cada um deve ter um &#8220;plano B&#8221; quando o assunto é aposentadoria, algo que, querendo ou não, <strong>vai acontecer para todos</strong>. Pelo menos para quem espera estar vivo até lá&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão é saber se quando chegar o momento, <strong>estaremos preparados</strong> financeiramente. Principalmente porque em muitos dos casos, o mercado de trabalho pode estar bem mais restrito em número de vagas e pode ser que seja preciso ter uma renda ANTES da prevista na Reforma&#8230; A geração que já está há algum tempo no mercado já tinha em sua mente trabalhar pelo menos até 55 anos. Só que essa previsão já foi por água abaixo, há muito tempo. Primeiro no mundo todo, e finalmente aqui. Não há como ser diferente&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Será que vai ter cadeira pra todo mundo? Basta observar nas empresas hoje quantas pessoas com mais de 60 anos estão trabalhando e quantas ainda tem previsão de ficar até os 65 anos. Em termos de qualificação profissional, pode ter certeza que a experiência conta, porém, em muitos casos, as vagas não exijam assim tanta experiência, e muitas delas podem exigir um pouco mais de vigor físico, inclusive. E se houver uma saída da empresa antes de atingir as condições para a aposentadoria, como faz? E se o benefício do INSS não for suficiente ou ainda não tiver cumprido todas as carências? Além de não ter renda, ainda terá que contribuir pelo tempo que falta&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todas essas novas regras da reforma devem forçar o brasileiro a <strong>formar uma poupança</strong>, na marra, para sua própria aposentadoria, buscando cada vez mais sua independência, sem precisar do governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme já publicamos aqui nesse portal, em diversas oportunidades, quem começa a formar sua poupança antes, tem a seu favor um tempo maior para que o efeito dos juros compostos faça a diferença nos investimentos. No cenário atual, com juros reais muito baixos, a necessidade de começar o quanto antes ficou ainda mais evidente, talvez até obrigatória. Portanto, se os <strong>juros caem</strong>, o <strong>rendimento ficará menor</strong> e a conta ao final &#8220;não vai fechar&#8221; se as contribuições não aumentarem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Infelizmente, o produto que você queria lá no futuro (renda de aposentadoria), ficou mais caro!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Daí a importância da previdência privada, que é um dos mais seguros caminhos para uma velhice mais tranquila, financeiramente falando. De início, há os benefícios fiscais significativos que fazem com que, ao se comparar com outras formas de investimentos, tornem esta uma opção mais adequada. Além de obter redução no imposto de renda a pagar, ainda permitem no futuro pagar menos alíquota de IR, quando receber o benefício (Tabela Regressiva).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso sem falar na questão da gestão dos investimentos qualificada, muito importante tanto na fase de acumulação do saldo, quanto na fase de recebimento dos benefícios. Enquanto nas Entidades <strong>Abertas</strong> (cujos planos são os PGBL, VGBL, FGBs, Tradicionais, etc) a responsabilidade da administração do patrimônio passa a ser integralmente de quem ofereceu o plano (o benefício é garantido a partir da aposentadoria, atrelado a um índice de inflação), nas Entidades <strong>Fechadas</strong> (planos CD &#8211; contribuição definida e CV &#8211; contribuição variável), a administração do fundo é fundamental também na <strong>fase de usufruir</strong> do benefício, pois, uma rentabilidade abaixo da esperada reduz o benefício de aposentadoria, ie, não há uma garantia reajuste positivo no benefício. E mesmo nos planos de benefício definido (BD), em que há um reajuste por inflação assegurado, o participante pode vir a ter que efetuar contribuições adicionais para cobrir eventuais déficits, tendo portanto também a possibilidade de ver sua renda líquida ser reduzida. Vide o caso da Petros, fundo de pensão da Petrobras, cujo benefício vitalício dos participantes reduziu, em termos líquidos, 50% em muitos casos, por causa dos elevados valores de contribuições extraordinárias a serem feitas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo do plano contratado no mercado, há opções de renda vitalícia, temporária, prazo certo, estendendo para beneficiários indicados, o que se configura também como uma <strong>importante estratégia de planejamento sucessório</strong>, pois <strong>não entra em inventário</strong>, sendo portanto ideal pagamento do benefício de pensão (uma forma muito utilizada para sucessão patrimonial). </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quais as opções de planos disponíveis no mercado?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Podem ser abertos, ou seja, são acessíveis a qualquer pessoa por meio das seguradoras de bancos e Entidades autorizadas a operar esses tipos de planos. Estamos falando do Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). Mas, não são somente eles que podem atingir o público em geral não.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que ainda muita gente não sabe</strong>, embora já seja uma realidade de muitos anos no mercado (já são quase 20 anos), há também os fundos <strong>fechados</strong> de previdência, feitos exclusivamente para uma empresa oferecer a seus empregados ou ainda, para uma determinada categoria profissional, associação, sindicato ou entidade de classe. Para se inscrever num plano desses, basta que haja um convênio formalizado entre a Entidade de Previdência Fechada e a entidade de classe, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também conhecida como previdência associativa, a modalidade foi criada em 2001, a partir da&nbsp;<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp109.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei Complementar 109</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, as Entidades <strong>Fechadas</strong> tem um meio de ampliar seu público, não se restringindo aos planos empresariais, como ocorria no passado, com a <strong>vantagem</strong> de <strong>não visarem lucro</strong> e, por isso, suas <strong>taxas de administração</strong> são naturalmente <strong>menores</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um exemplo de plano de previdência que você pode se inscrever hoje, com todas as vantagens de uma administração sem fins lucrativos, voltado para qualquer pessoa que possua vínculo com o INSS (basta contribuir para a Previdência Social), é o plano <strong>Mais Futuro, </strong>do Fundo de Previdência Mais Futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O link para simulação e inscrição você acessa <a href="https://previdenciadigital.com.br/rp/Multixplique" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>: </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mercado em expansão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, anualmente são divulgados números que demonstram que os Fundos acumulados e o número de participantes de previdência privada só aumentam. As Fechadas acenam com os &#8220;planos família&#8221;, onde uma vez que o participante consegue se inscrever em um plano corporativo, ele consegue também incluir seus dependentes, às vezes parentes colaterais até 3º grau em um plano administrado pela mesma Entidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, esse mercado é totalmente dominado pelas <strong>Abertas</strong>, cujos planos são na maioria dos bancos. Nos últimos anos algumas seguradoras novas vem entrando no mercado e oferecendo seus produtos. Hoje, já é possível contratar uma previdência privada em uma corretora de valores, provocando a necessidade de melhoria nas condições contratuais dos planos, para que se tornem competitivos frente aos novos players que estão agora disputando o mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São gestores especializados em investimentos que buscam seduzir os novos clientes a partir de uma proposta tentadora de bons resultados financeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma recente mudança que foi observada foi que a maioria dos planos comercializados passaram a não cobrar nenhuma taxa sobre as contribuições feitas pelos participantes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Houve grande divulgação na mídia, como por exemplo, o <strong>Banco Santander,</strong> que zerou essas taxas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O perigo da portabilidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando encontramos na nossa vida um concorrente oferecendo um produto/serviço similar ao que possuímos, porém com um custo mais baixo  ou alguma outra vantagem, naturalmente nossa tendência é estudar uma mudança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na previdência, a portabilidade é o meio mais eficiente de fazer a mudança de planos porque não há incidência de imposto. De Abertas para Fechadas, Fechadas para Abertas, Abertas para Abertas e Fechadas para Fechadas, a transferência é segura e transparente. É um direito do participante que não pode ser recusado pela Entidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema dessas mudanças, ou seja, portabilidades que vem acontecendo muito nos últimos anos, é que por <strong>falta de informação</strong> ou por <strong>má orientação</strong>, muitas pessoas tiveram perdas quando realizaram suas portabilidades de planos, mesmo estes tendo taxas mais altas de administração ou ainda rentabilidade acumulada um pouco menor, para planos com melhor desempenho dos investimentos e custos reduzidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E por que isso acontece? </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A escolha do plano não se resume à rentabilidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não! Definitivamente não! Você pode estar sentado com seu gerente do banco, ele consegue te mostrar por &#8220;a + b&#8221; que o desempenho do fundo no novo plano não só foi maior que o seu atual, como tem grandes razões para continuar desempenhando acima. As taxas de administração e carregamento são menores, e tudo parece indicar uma portabilidade seja a decisão adequada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Porém&#8230;</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/troca-troca-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-1977" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/troca-troca-1024x576.jpg 1024w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/troca-troca-300x169.jpg 300w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/troca-troca-768x432.jpg 768w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/troca-troca.jpg 1366w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Quando você faz uma troca sem saber realmente o que você tinha antes pra trocar&#8230;</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Não basta olhar esses pontos. Como atuário e profissional CFP® da Planejar. Se o plano novo oferecer uma renda vitalícia, o que há por trás é uma <strong>tábua atuarial</strong>, que será determinante para calcular o valor do seu benefício quando você se aposentar. <strong>E isso faz TODA a diferença</strong>, mas <span style="text-decoration: underline;">ninguém nunca ouviu falar</span>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A combinação entre a tábua (que considera a expectativa de vida da população) e a taxa de juros futura, são as principais variáveis para saber quanto será seu benefício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já publicamos sobre os cuidados com a portabilidade em previdência privada neste portal. O tema da nossa publicação é &#8221; Trocando gato por lebre em previdência privada&#8221;. Lá, explicamos, com exemplos numéricos, qual pode ser o tamanho da perda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você desejar, pode ler <a href="https://www.multixplique.com.br/trocando-gato-por-lebre-em-previdencia-privada/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clicando aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem essas informações, é muito provável que a decisão da portabilidade seja a pior possível. Antes de fazer a portabilidade, é necessário <strong>(eu diria imprescindível)</strong>, conhecer qual a tábua atuarial do seu plano e qual taxa de juros está prevista). Infelizmente, a realidade é que poucos gerentes e corretores levam em consideração esse aspecto importantíssimo quando oferecem outros planos de previdência para seus clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No próximo post, mostraremos como se proteger dessas <strong>armadilhas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ler a segunda parte, clique <a href="https://www.multixplique.com.br/serie-trocar-de-plano-de-previdencia-exige-cuidados-parte-ii/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a> </p>



<p class="wp-block-paragraph">#multixplique</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Série: Trocar de plano de previdência exige cuidados &#8211; Parte III</title>
		<link>https://www.multixplique.com.br/serie-trocar-de-plano-de-previdencia-exige-cuidados-parte-iii/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Hugo Elsenbusch]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2021 03:18:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Decisões Financeiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa é a terceira publicação desta série que estamos fazendo aqui no Multixplique, tratando de um assunto extremamente relevante para o futuro de qualquer pessoa que possua um plano de previdência do mercado. Saber avaliar o seu produto adquirido, entender as suas nuances, pode preparar qualquer indivíduo para uma escolha acertada entre trocar ou não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Aposentadoria-7.jpg" alt="" class="wp-image-1997" width="658" height="459" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Aposentadoria-7.jpg 400w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Aposentadoria-7-300x209.jpg 300w" sizes="(max-width: 658px) 100vw, 658px" /></figure>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Essa é a terceira publicação desta série que estamos fazendo aqui no <strong>Multixplique</strong>, tratando de um assunto extremamente relevante para o futuro de qualquer pessoa que possua um plano de previdência do mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="text-decoration: underline;">Saber avaliar</span> o seu produto adquirido, <span style="text-decoration: underline;">entender</span> as suas <span style="text-decoration: underline;">nuances</span>,  pode preparar qualquer indivíduo para uma escolha acertada entre trocar ou não trocar de plano (e não simplesmente aceitar) as orientações de um corretor ou gerente de sua conta bancária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conteúdo que publicamos aqui é <strong>baseado em conhecimento técnico</strong> e <strong>profissional</strong>.  Os sites que abordam assuntos como a previdência privada raramente aprofundam os conceitos como temos aqui no <strong>Multixplique</strong> .</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sugerimos começar a leitura pelo início, caso ainda não tenha tido acesso às publicações anteriores. Será mais fácil entender o contexto lendo toda a sequencia na ordem que foram publicados. Você consegue acessar e ler tudo clicando <a href="https://www.multixplique.com.br/trocar-de-plano-de-previdencia-exige-cuidados-parte-i/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de agora vamos mostrar o quanto pode ser diferente o valor de um benefício de aposentadoria, comparando dois planos de previdência quaisquer, que tenham apenas como diferença, a taxa de juros adotada no plano. Ou seja, para um <strong>mesmo valor de saldo acumulado</strong>, vamos explicar  como os valores dos benefícios destes planos podem ter uma grande variação entre eles.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ah, os juros&#8230;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Digamos que uma pessoa possua um plano de previdência que tenha 3% <strong>(três por cento)</strong> de taxa de juros anual, registrada na Susep como premissa para cálculo de um benefício vitalício, enquanto o outro plano, a taxa de juros seja 0% <strong>(zero por cento)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa hipótese, todas as demais características são iguais, tais como taxas de carregamento, administração, tábua atuarial etc.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando chegar o momento de concessão do benefício, o procedimento adotado pela seguradora será, de forma simplificada, considerar que durante o prazo estimado de pagamento do benefício vitalício, o rendimento anual será de 3%. Portanto, o benefício terá um rendimento mínimo, o que representa um valor maior de benefício. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, para o plano com taxa de juros 0%, não há projeção de rendimentos. Portanto, o benefício calculado seria, a grosso modo, o valor do saldo acumulado dividido pela expectativa de vida (digamos 25 anos), representando uma enorme perda para o participante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A grande diferença que existe entre os dois planos acima é que, <strong>no primeiro plano</strong>, enquanto é exigido da seguradora uma remuneração anual de 3% a.a., <strong>apenas o acréscimo</strong> de rentabilidade anual, <strong>se for obtido</strong>, será destinado à seguradora. Além disso, o participante ainda tem garantido o <strong>reajuste</strong> do benefício pelo índice de <strong>inflação</strong>. <strong>No segundo plano</strong>, nenhuma rentabilidade obtida será integralmente repassada ao participante, que <strong>só terá direito</strong> à <strong>correção</strong> do benefício por um índice de <strong>inflação</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vamos a um exemplo prático?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Montamos 2 tabelas, comparando para 2 planos diferentes, o valor de saldo acumulado necessário para garantir uma Renda Vitalícia de R$ 1.000,00 a partir de 65 anos de idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na 1ª simulação, a premissa diferente é a <strong>Taxa de Juros</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1ª Simulação:</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Taxas-de-juros.jpg" alt="" class="wp-image-1995" width="770" height="351" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Taxas-de-juros.jpg 909w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Taxas-de-juros-300x137.jpg 300w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Taxas-de-juros-768x351.jpg 768w" sizes="(max-width: 770px) 100vw, 770px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O que torna a comparação entre planos ainda mais &#8220;injusta&#8221; quando estamos comparando um plano antigo e um plano mais recente ou disponível hoje no mercado é que as <strong>tábuas atuariais</strong> adotadas atualmente consideram uma <strong>longevidade bem superior às tábuas antigas</strong>. Isso significa que, em um plano disponível hoje no mercado, o saldo acumulado será convertido em uma renda considerando um prazo muito maior. <strong>Em outras palavras</strong>, <strong>o benefício</strong>, que já seria menor em função da diferença de taxa de juros (o mais comum é apenas 0%), <strong>será ainda menor</strong>, em função da necessidade de prever o pagamento por mais tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vejamos agora a 2ª simulação, onde a premissa diferente é a <strong>Tábua Atuarial</strong>. Repare que a taxa de juros permanece inalterada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2ª Simulação:</strong> </p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Tábuas-Atuariais.jpg" alt="" class="wp-image-1996" width="769" height="357" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Tábuas-Atuariais.jpg 880w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Tábuas-Atuariais-300x139.jpg 300w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Tábuas-Atuariais-768x357.jpg 768w" sizes="(max-width: 769px) 100vw, 769px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto na Tábua AT-49M são necessários pouco mais de R$ 137 mil para garantir a renda de R$ 1 mil, se adotada a tábua BR-EMS, esse valor sobe em torno de 48%, que seria o mesmo que dizer que para que os dois planos se equivalessem em termos de benefício, o plano B, teria que entregar uma  rentabilidade de <strong>48% a mais</strong> ao longo do tempo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A conclusão que podemos tirar desses resultados é que uma <strong>mudança de plano de previdência</strong> pode fazer com que, <strong>contrariamente ao esperado</strong>, o valor do benefício sofra variações tão expressivas que mesmo atingindo um saldo maior, o resultado final seja um <strong>benefício menor</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por isso que se afirma que quando se muda para um plano com uma tábua mais recente ou a taxa de juros do plano é menor, sobram duas alternativas: <strong>contentar-se</strong> com um <strong>benefício menor</strong> ou <strong>contribuir mais</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, fica a seguinte pergunta: <em>Qual era o objetivo ao mudar de plano mesmo?</em> </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Você sabia que dá pra simular os benefícios ?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Provavelmente sua resposta tenha sido &#8220;não&#8221;. Mas é verdade. Caso o participante tenha interesse em comparar benefícios entre planos, ele consegue fazer uma simulação na página da Susep, em &#8220;Serviços ao cidadão&#8221;. Para conseguir comparar os planos, ele precisará conhecer o código de cada plano (as seguradoras fornecem quando o participante solicita), selecionar o prazo para o qual deseja receber o benefício e o tipo de renda que deseja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na página do simulador, que é bem simples, ele informa:</p>



<ul class="wp-block-list"><li> Sua data de nascimento;</li><li> A data prevista de aposentadoria;</li><li> O saldo acumulado que ele acredita que terá acumulado;</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Como resultado ele terá, através de uma <strong>fonte segura e confiável</strong>, a medida da real da diferença entre os planos, mediante dados concretos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, a partir de resultados numéricos, há uma maior segurança para que uma pessoa possa uma tomar uma decisão que esteja alinhada aos seus principais objetivos, que podem ser:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Maximizar o benefício de aposentadoria;</li><li>Programar o pagamento de um benefício adequado ao seu padrão de vida futuro;</li><li><strong>Ter o melhor plano de previdência disponível</strong></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nova tábua atuarial a caminho</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercado segurador espera para meados de 2021 a atualização da tábua BR-EMS, que tem validade de pelo menos 5 anos, a ser divulgada pela Susep. As tábuas são construídas com base na experiência brasileira e os dados recentes vem demonstrando uma maior sobrevida da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma mudança verificada nos planos de previdência em relação aos planos antigos é que a tábua atuarial deixa de ter estática, ou seja, a cada atualização dos dados, existe uma nova conversão de renda para planos já comercializados no passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentemente de quem contratou um plano antigo, cuja regra que vale é a do cálculo do benefício com base na tábua contratada à época que o plano foi feito, quem contratou um plano já há alguns anos, com a tábua BR-EMS, estará sujeito à converter seu saldo em renda no momento da aposentadoria. Isso significa que a demografia futura é que determinará o valor do benefício. Um saldo de <strong>R$ 250 mil</strong> pode vir a assegurar um determinado valor de benefício hoje, porém <strong>daqui a 25 ou 30 anos</strong>, o mesmo valor de benefício só seja atingido se este montante for, por exemplo, <strong>R$ 450 mil</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No próximo post, vamos falar sobre os seguintes assuntos:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Situações em que situações são aconselháveis mudanças de plano;</li><li>O perfil do público que compra planos de previdência em Entidades Abertas e Fechadas.</li><li>A necessidade de correr mais riscos</li><li>O que pode fazer o investidor em previdência? Que atitudes ele precisa ter para gerir melhor seu futuro?</li></ol>



<p class="wp-block-paragraph">Você acessa a Parte IV <a href="https://www.multixplique.com.br/serie-trocar-de-plano-de-previdencia-exige-cuidados-parte-iv/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clicando aqui</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"> #multixplique </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Quanto custa adiar o planejamento da aposentadoria? &#8211; Parte III</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hugo Elsenbusch]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 18:03:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Decisões Financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[PGBL]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência Privada]]></category>
		<category><![CDATA[Renda Desejada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como você já deve ter visto anteriormente nos post#1 e post#2, saber tomar decisões corretas no momento errado podem custar muito caro e prejudicar a saúde financeira de uma pessoa por muitos e muitos anos. Vamos mostrar nessa publicação exemplos práticos de situações que também são alvo de campanhas de marketing de Seguradoras, Entidades Abertas [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Aposentados-no-lago-1024x681.jpg" alt="" class="wp-image-1934" width="690" height="458" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Aposentados-no-lago-1024x681.jpg 1024w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Aposentados-no-lago-300x199.jpg 300w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Aposentados-no-lago-768x511.jpg 768w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Aposentados-no-lago-1536x1021.jpg 1536w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Aposentados-no-lago-2048x1362.jpg 2048w" sizes="(max-width: 690px) 100vw, 690px" /></figure>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Como você já deve ter visto anteriormente nos <a href="https://www.multixplique.com.br/quanto-custa-adiar-o-planejamento-da-aposentadoria/">post#1</a> e <a href="https://www.multixplique.com.br/quanto-custa-adiar-o-planejamento-da-aposentadoria-parte-ii/">post#2</a>, saber tomar decisões corretas no momento errado podem custar muito caro e prejudicar a saúde financeira de uma pessoa por muitos e muitos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos mostrar nessa publicação exemplos práticos de situações que também são alvo de campanhas de marketing de Seguradoras, Entidades Abertas e Fechadas de Previdência Complementar, com o objetivo de atrair novos clientes (participantes) em planos de previdência privada. Quando escrevemos &#8220;novos&#8221;, estamos sim nos referindo também aos que mal atingiram a segunda década de vida, ou seja, em 2021, os que nasceram a partir de 1991.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a estratégia é realmente boa. Mostrar a um jovem que ele pode acumular um excelente patrimônio em um futuro distante parece não seduzir tanto. Ele sempre acha que falta muito tempo e que adiar por uns anos não irá comprometer suas ambiciosas previsões financeiras.  É uma questão que envolve <strong>ausência de </strong>visão de longo prazo, <strong>excesso de autoconfiança</strong>, seja na carreira ou na sua própria capacidade de investir, na  escolha de <strong>outras prioridades</strong>, <strong>imediatismo</strong> (valoriza apenas o que pode ter agora) e uma dose de <strong>ceticismo</strong> no produto que lhe é apresentado.   </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>&#8220;Os números não mentem, jamais&#8221; &#8211;</em> Este clichê retrata bem o quadro a seguir, que ilustra de <span style="text-decoration: underline;">forma impiedosa</span>, o preço que se paga, ou melhor, que <strong>é preciso que seja pago</strong>, caso uma pessoa <strong>resolva compensar</strong> todo o período passado de contribuições previdenciárias <strong>não realizadas</strong>, no pouco tempo que lhe resta pela frente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Novamente, pelo fato da matemática financeira se tratar de uma ciência exata, quanto maior o prazo restante, menor &#8220;a dor&#8221; e menor tende a ser o &#8220;arrependimento&#8221; por não ter dado ouvidos quando pela primeira vez lhe foi oferecido um plano de previdência privada ou ele o descobriu através de suas pesquisas no Google. <strong>Quanto menor o tempo pela frente, mais caro fica!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Premissas e cenários</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Como em qualquer simulação, é necessário apresentar o que serviu como hipótese para chegarmos aos resultados. Neste caso, utilizamos:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rentabilidade</strong>: 4% a.a.           <strong>Inflação: </strong>0% a.a.   </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Idade de aposentadoria:</strong> 65 anos  <strong>Renda Desejada</strong>: R$ 5.000,00 </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prazo de recebimento da renda</strong>:  de 10 a 35 anos, variando de 5 em 5 anos</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Renda-Desejada-5000-taxa-4_por_cento-contrib-pelo-tempo-restante-1024x478.jpg" alt="" class="wp-image-1925" width="963" height="449" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Renda-Desejada-5000-taxa-4_por_cento-contrib-pelo-tempo-restante-1024x478.jpg 1024w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Renda-Desejada-5000-taxa-4_por_cento-contrib-pelo-tempo-restante-300x140.jpg 300w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Renda-Desejada-5000-taxa-4_por_cento-contrib-pelo-tempo-restante-768x358.jpg 768w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Renda-Desejada-5000-taxa-4_por_cento-contrib-pelo-tempo-restante.jpg 1295w" sizes="(max-width: 963px) 100vw, 963px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados acima falam por si só, não é mesmo?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se uma pessoa esperar para começar a contribuir a partir de 55 anos, ela tem possivelmente poucas opções, (sem contar a de contribuir com valores muito elevados), para tentar reverter algo que parece inevitável (<strong>não receber seu benefício de R$ 5.000,00 por mês</strong>), como por exemplo:</p>



<ol class="wp-block-list"><li> Contribuir com um valor mensal dentro de suas possibildades financeiras (sem fazer dívidas), provavelmente optar por receber um benefício por um prazo curto (até 75 ou 80 anos) e <strong>torcer para não estar vivo</strong> após essa idade.  </li><li>Conformar-se com SOMENTE a aposentadoria do INSS para os últimos anos da sua vida.</li><li>Reduzir sua expectativa de renda futura, preparar-se e mudar seu padrão de vida para uma nova realidade.</li></ol>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E a rentabilidade, pode ajudar?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. De fato a rentabilidade é uma esperança. O problema é que não há como assegurar que a rentabilidade será elevada, principalmente no longo prazo, com o cenário econômico do país, admitindo um nível aceitável de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas para ilustrar um pouco melhor o que poderia servir como um atenuante, fizemos um último quadro, considerando que a rentabilidade, ao invés de 4% ano, seria 6% (ou seja, <strong>50% maior</strong> por <strong>todo o período futuro</strong>, e não por apenas um, dois ou cinco anos). </p>



<p class="wp-block-paragraph">Obteve-se os seguintes resultados:</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Renda-Desejada-5000-taxa-6_por_cento-contrib-pelo-tempo-restante-1024x478.jpg" alt="" class="wp-image-1926" width="957" height="446" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Renda-Desejada-5000-taxa-6_por_cento-contrib-pelo-tempo-restante-1024x478.jpg 1024w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Renda-Desejada-5000-taxa-6_por_cento-contrib-pelo-tempo-restante-300x140.jpg 300w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Renda-Desejada-5000-taxa-6_por_cento-contrib-pelo-tempo-restante-768x359.jpg 768w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Renda-Desejada-5000-taxa-6_por_cento-contrib-pelo-tempo-restante.jpg 1296w" sizes="(max-width: 957px) 100vw, 957px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos focar nos resultados aos 55 e 60 anos de idade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para facilitar a comparação, vamos observar os números a seguir:</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Renda-Desejada-5000-taxa-4-e-6-por-cento-1-1024x263.jpg" alt="" class="wp-image-1929" width="1286" height="329" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Renda-Desejada-5000-taxa-4-e-6-por-cento-1-1024x263.jpg 1024w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Renda-Desejada-5000-taxa-4-e-6-por-cento-1-300x77.jpg 300w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Renda-Desejada-5000-taxa-4-e-6-por-cento-1-768x197.jpg 768w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/02/Renda-Desejada-5000-taxa-4-e-6-por-cento-1.jpg 1266w" sizes="(max-width: 1286px) 100vw, 1286px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Como vemos, mesmo obtendo uma rentabilidade média muito superior, a redução no custo mensal necessário é relativamente pequena. Imagine que, começando aos <strong>60 anos</strong>, para receber um benefício de <strong>R$ 5.000,00</strong> por <strong>25 anos</strong>, seja preciso contribuir <strong>(POR MÊS)</strong> &#8220;somente&#8221; com <strong>R$ 14.421,30</strong> ao invés de <strong>R$ 11.338,61</strong> (redução de 21,38%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mesmo exercício, só que com <strong>55 anos</strong>, melhora bastante, mas é ainda extremamente alto. Para receber o mesmo valor, pelo mesmo prazo, seriam necessários contribuir com <strong>R$ 6.505,89</strong> ao invês de <strong>R$ 4.849,24 </strong>(redução de 25,46%) </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>A Previdência Privada, como vimos, é um investimento de longo prazo e requer planejamento, acompanhamento e hábito de contribuir.</li><li>É um produto que pode render muitos frutos e garantir uma velhice tranquila.</li><li>Deve ser prioridade para quem planeja receber uma renda mensal no futuro e que não seja familiarizado com investimentos.</li><li>De nada adianta contribuir por contribuir. Tem que ter em mente qual o objetivo a ser alcançado e fazer revisões de acompanhamento.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">E, a respeito deste último item, vamos publicar sobre isso em breve. Aguarde.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Multixplique</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Resgatar sua previdência privada é uma decisão financeira correta? (Parte I)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hugo Elsenbusch]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 01:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Decisões Financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[PGBL]]></category>
		<category><![CDATA[Previdência Privada]]></category>
		<category><![CDATA[Resgates]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Infelizmente é muito comum hoje em dia observar a quantidade de pessoas que optam pelo resgate do saldo acumulado (às vezes durante quase toda a vida), em previdência privada. Provavelmente, em muitas dessas ocasiões, a decisão se dá por conta dos seguintes motivos: Necessidade: quando a pessoa não vê no curto prazo uma solução para [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="428" height="285" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/leao.jpg" alt="" class="wp-image-1630" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/leao.jpg 428w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/leao-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 428px) 100vw, 428px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Infelizmente é muito comum hoje em dia observar a quantidade de pessoas que optam pelo resgate do saldo acumulado (às vezes durante quase toda a vida), em previdência privada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Provavelmente, em muitas dessas ocasiões, a decisão se dá por conta dos seguintes motivos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Necessidade: </strong>quando a pessoa não vê no curto prazo uma solução para poder cobrir suas despesas mensais, necessita cobrir uma despesa elevada (não prevista). Quantos anos de esforço são simplesmente &#8220;jogados fora&#8221; quando essa decisão é feita? E quantos anos serão necessários agora para recuperar essa &#8220;perda&#8221;?</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li> <strong>Desconhecimento:</strong> Até o momento de solicitar o benefício a pessoa não fazia idéia do quanto pagaria de imposto e &#8220;tolera&#8221; qualquer &#8220;mordida&#8221; do leão. Esse desconhecimento muitas das vezes é porque ele pode ter a impressão que seu imposto será o mínimo (10%), caso tenha optado pela <strong>tabela regressiva</strong>, digamos, por já ter contribuído por mais de 10 anos, ou, já está ciente que pagará a tabela progressiva, ou seja, ficará sujeito à alíquota máxima de <strong>27,5%</strong>.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Insatisfação com seu benefício de aposentadoria:</strong> essa é uma das mais difíceis de serem &#8220;digeridas&#8221;. Como assim se decepcionar com o valor do benefício, na hora de fazer a sua solicitação? Pois é, é verdade. Quem adquire os planos <strong>PGBL</strong> e <strong>VGBL</strong>, tão comuns no mercado, não imagina como é a regra que se aplica ao seu benefício na hora de se aposentar. Sabe por que? Porque esse tipo de informação não é passada pelo gerente do banco que vendeu pra ele esse plano, não é informado também pelas corretoras que atualmente já comercializam esse produto. Isso porque o foco é sempre mostrar como rendem os investimentos, apenas isso. </li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Grande parte do saldo não foi contribuído pela pessoa</strong> &#8211; quando a pessoa formou sua previdência privada e teve o apoio de seu empregador, que contribuiu também para acumular tal reserva.<ul><li>Considerando <strong>apenas </strong>os <span style="text-decoration: underline;">aportes próprios</span>, pode até ser que o valor resgatado liquido, seja ainda superior ao valor investido, acrescido da rentabilidade. Mas, <strong>e daí? </strong>Mesmo assim é uma boa decisão financeira?</li></ul></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">As provocações acima elencadas serão todas respondidas, separadamente, posts específicos, aqui no portal <strong>#multixplique</strong>, para que você possa aprender um pouco mais sobre o que é preciso considerar quando o assunto é <strong>plano de previdência privada</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo das 5 próximas publicações (<strong>acompanhe periodicamente</strong> nosso site) é apresentar um caso prático, considerando um saldo hipotético para um participante que venha optar pelo resgate do mesmo, considerando suas opções em um plano <strong>PGBL</strong>, <strong>VGBL</strong>, <strong>benefício definido</strong> e finalmente, <strong>contribuição definida/variável</strong> com as seguintes opções de tributação: <strong>tabela progressiva </strong>e <strong>tabela regressiva.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos começar apresentando um cenário com o plano <strong>PGBL &#8211; Plano Gerador de Benefício Livre</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Premissas:</em></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Saldo Acumulado <strong>R$ 1.000.000,00</strong>, sendo:<ul><li><strong>R$ 700.000,00</strong> acumulados há <strong>mais de 10 anos</strong></li><li><strong>R$ 40.000,00</strong> acumulados <strong>entre</strong> <strong>8 e 10 anos</strong></li><li><strong>R$ 50.000,00</strong> acumulados <strong>entre 6 e 8 anos</strong></li><li><strong>R$ 60.000,00</strong> acumulados <strong>entre 4 e 6 anos</strong></li><li><strong>R$ 70.000,00</strong> acumulados <strong>entre 2 e 4 anos</strong></li><li><strong>R$ 80.000,00</strong> acumulado<strong> </strong>há<strong> menos de 2 anos</strong></li></ul></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Case 1 &#8211; Plano PGBL</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Tabela Progressiva</strong><ul><li>Alíquota de IR: 27,5%</li><li>Parcela a deduzir: R$ 10.432,32</li><li>Base de incidência de IR: a totalidade do saldo acumulado</li></ul></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse caso, o cálculo é simples: Aplica-se a alíquota de IR correspondente sobre o saldo e diminui-se a <strong>parcela a deduzir</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">R$ 1.000.000,00 x 27,5% &#8211; 10.432,32 = </p>



<p class="wp-block-paragraph">= R$ 275.000,00 &#8211; 10.432,32 = <strong>R$ 264.567,68</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, de uma hora pra outra você entregará nas mãos do leão, um valor bem significativo, alíquota de IR equivalente a <strong>26,46%</strong>&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, não era 15% sobre o valor resgatado?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não,</strong> <strong>calma. </strong>Não confunda com a parcela de IR que é descontada, <strong>provisoriamente</strong>, <span style="text-decoration: underline;">no momento do resgate</span>, de forma <strong>antecipada.</strong> No ano seguinte, o total devido será cobrado na sua declaração de Imposto de renda, e deverá ser pago por você. Por isso, você pagará tanto imposto!</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Tabela Regressiva</strong><ul><li>Alíquota decrescente (varia de 35% ao mínimo de 10%)</li></ul></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">A tributação regressiva é aplicada conforme o tempo que o dinheiro ficou acumulado no plano. No nosso exemplo, o cálculo do imposto será a soma de cada parcela, conforme a alíquota. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Observe a seguir, como se dá esse cálculo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>R$ 300.000,00</strong> x 10% = 30.000,00</li><li><strong>R$ 100.000,00</strong> x 15% = 15.000,00</li><li><strong>R$ 120.000,00</strong> x 20% = 24.000,00</li><li><strong>R$ 140.000,00</strong> x 25% = 35.000,00</li><li><strong>R$ 160.000,00</strong> x 30% = 48.000,00 </li><li><strong>R$ 180.000,00</strong> x 35% = 63.000,00</li><li><strong>Total de imposto :     215.000,00 </strong></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Obs:</strong> Os valores acima correspondem aos aportes realizados, acrescidos de toda a rentabilidade líquida do plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, <strong>21,5% </strong>de <strong>Imposto de Renda</strong>, sem possibilidade de ajuste na Declaração de Imposto de Renda Anual (É uma tributação <strong>exclusiva na fonte</strong>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, ficam aqui as seguintes lições: </p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Resgatar</strong> previdência privada custa caro!</li><li><strong>Não se iluda</strong> com a alíquota mínima de 10%</li><li>O dinheiro que <strong>sua empresa paga para você</strong> é seu! Não ignore-o!</li><li>Você vai <strong>parar de trabalhar</strong> um dia. Pense bem antes de resgatar.</li><li>Se você investe em previdência, o resgate <strong>não deve</strong> ser seu foco.</li></ol>



<p class="wp-block-paragraph">Nos próximos posts, continuaremos a falar sobre as outras situações possíveis, para que você possa tomar suas decisões embasado em conhecimento de verdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>2ª parte</strong> você lê <a href="https://www.multixplique.com.br/resgatar-sua-previdencia-privada-e-uma-decisao-financeira-correta-parte-ii/">aqui.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Resgatar sua previdência privada é uma decisão financeira correta? (Parte II)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hugo Elsenbusch]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 20:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Decisões Financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na publicação anterior analisamos algumas das principais motivações para a opção pelo resgate em planos de previdência privada. Nesta segunda parte, continuaremos a apresentar os impactos financeiros dessa importante decisão financeira. Dessa vez, vamos analisar como seria a tributação aplicada sobre o resgate em um plano VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre, para as [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Leão-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-1637" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Leão-1024x576.jpg 1024w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Leão-300x169.jpg 300w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Leão-768x432.jpg 768w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Leão-1536x864.jpg 1536w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Leão.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na <a href="http://Vamos começar apresentando um cenário com o plano PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre  Premissas:  Saldo Acumulado R$ 1.000.000,00, sendo: R$ 700.000,00 acumulados há mais de 10 anos R$ 40.000,00 acumulados entre 8 e 10 anos R$ 50.000,00 acumulados entre 6 e 8 anos R$ 60.000,00 acumulados entre 4 e 6 anos R$ 70.000,00 acumulados entre 2 e 4 anos R$ 80.000,00 acumulado há menos de 2 anos Case 1 – Plano PGBL  Tabela Progressiva Alíquota de IR: 27,5% Parcela a deduzir: R$ 10.432,32 Nesse caso, o cálculo é simples: Aplica-se a alíquota de IR correspondente sobre o saldo e diminui-se a parcela a deduzir.  R$ 1.000.000,00 x 27,5% – 10.432,32 =  = R$ 275.000,00 – 10.432,32 = R$ 264.567,68  Sim, de uma hora pra outra você entregará nas mãos do leão, um valor bem significativo, alíquota de IR equivalente a 26,46%…  Mas, não era 15% sobre o valor resgatado?  Não, calma. Não confunda com a parcela de IR que é descontada, provisoriamente, no momento do resgate, de forma antecipada. No ano seguinte, o total devido será cobrado na sua declaração de Imposto de renda, e deverá ser pago por você. Por isso, você pagará tanto imposto!  Tabela Regressiva Alíquota decrescente (varia de 35% ao mínimo de 10%) A tributação regressiva é aplicada conforme o tempo que o dinheiro ficou acumulado no plano. No nosso exemplo, o cálculo do imposto será a soma de cada parcela, conforme a alíquota.  Observe a seguir, como se dá esse cálculo:  R$ 300.000,00 x 10% = 30.000,00 R$ 100.000,00 x 15% = 15.000,00 R$ 120.000,00 x 20% = 24.000,00 R$ 140.000,00 x 25% = 35.000,00 R$ 160.000,00 x 30% = 48.000,00 R$ 180.000,00 x 35% = 63.000,00 Total de imposto : 215.000,00 Ou seja, 21,5% de Imposto de Renda, sem possibilidade de ajuste na Declaração de Imposto de Renda Anual (É uma tributação exclusiva na fonte).">publicação anterior</a> analisamos algumas das principais motivações para a opção pelo resgate em planos de previdência privada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta segunda parte, continuaremos a apresentar os impactos financeiros dessa importante decisão financeira. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa vez, vamos analisar como seria a tributação aplicada sobre o resgate em um plano <strong>VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre</strong>, para as opções de tributação <strong>progressiva</strong> e <strong>regressiva.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Premissas:</em></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Saldo Acumulado&nbsp;<strong>R$ 1.000.000,00</strong>, sendo:<ul><li><strong>R$ 700.000,00</strong>&nbsp;acumulados há&nbsp;<strong>mais de 10 anos</strong>, sendo<ul><li>500.000 (contribuições) e 200.000 (rentabilidade) </li></ul></li><li><strong>R$ 40.000,00</strong>&nbsp;acumulados&nbsp;<strong>entre</strong>&nbsp;<strong>8 e 10 anos</strong>, sendo<ul><li>20.000 (contribuições) e 20.000 (rentabilidade)</li></ul></li><li><strong>R$ 50.000,00</strong>&nbsp;acumulados&nbsp;<strong>entre 6 e 8 anos,</strong> sendo<ul><li>35.000 (contribuições) e 15.000 (rentabilidade) </li></ul></li><li><strong>R$ 60.000,00</strong>&nbsp;acumulados&nbsp;<strong>entre 4 e 6 anos</strong>, sendo<ul><li>48.000 (contribuições) e 12.000 (rentabilidade)</li></ul></li><li><strong>R$ 70.000,00</strong>&nbsp;acumulados&nbsp;<strong>entre 2 e 4 anos</strong>, sendo<ul><li>60.000 (contribuições) e 10.000 (rentabilidade)</li></ul></li><li><strong>R$ 80.000,00</strong>&nbsp;acumulado há<strong>&nbsp;menos de 2 anos</strong>, sendo<ul><li>72.000 (contribuições) e 8.000 (rentabilidade)</li></ul></li></ul></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Case 2 – Plano VGBL</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Tabela Progressiva</strong><ul><li>Alíquota de IR: 27,5%</li><li>Parcela a deduzir: R$ 10.432,32</li><li>Base de Incidência de IR: Total de Rendimentos Auferidos</li></ul></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">É neste tipo de plano que se observa uma importante diferença de tratamento tributário em relação aos planos tradicionais, incluindo o PGBL. Enquanto que em um plano PGBL o imposto é apurado sobre a <strong>totalidade do saldo</strong> a ser resgatado, em um plano VGBL, a tributação incide somente sobre a parte dos rendimentos. É por este motivo que, ao comprar um VGBL, uma pessoa não tem direito à deduzir para fins de imposto de renda, as contribuições anuais vertidas para este plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vamos à prática?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O cálculo é simples: Aplica-se a alíquota de IR correspondente apenas sobre a parte do saldo que não corresponder aos aportes realizados e diminuI-se a&nbsp;<strong>parcela a deduzir</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>1º passo</em>: Definir o total de rendimentos</p>



<p class="wp-block-paragraph">200.000 + 20.000 + 15.000 + 12.000 + 10.000 + 8.000 = 265.000</p>



<p class="wp-block-paragraph">2º p<em>asso</em>: Aplicar a alíquota de IR</p>



<p class="wp-block-paragraph">R$ 265.000,00 x 27,5% – 10.432,32 = </p>



<p class="wp-block-paragraph">= 72.875,00 – 10.432,32 =&nbsp;<strong>R$ 62.442,68</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Efetuando os cálculos, (62.442,68 <strong>divididos</strong> por 1.000.000) chegamos à uma alíquota de IR de&nbsp;aproximadamente <strong>6,24%</strong> sobre o total resgatado<strong>Tabela Regressiva</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Alíquota decrescente (varia de 35% ao mínimo de 10%)</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tributação regressiva é aplicada conforme o tempo que o dinheiro ficou acumulado no plano. No nosso exemplo, o cálculo do imposto será a soma de cada parcela, conforme a alíquota, <strong>porém</strong>, aplicado <strong>somente sobre o rendimento</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Observe a seguir, como se dá esse cálculo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>R$ 200.000,00</strong>&nbsp;x 10% = 20.000,00</li><li><strong>R$   20.000,00</strong>&nbsp;x 15% =   3.000,00</li><li><strong>R$   15.000,00</strong>&nbsp;x 20% =   3.000,00</li><li><strong>R$   12.000,00</strong>&nbsp;x 25% =   3.000,00</li><li><strong>R$   10.000,00</strong>&nbsp;x 30% =   3.000,00</li><li><strong>R$     8.000,00</strong>&nbsp;x 35% =   2.800,00</li><li><strong>Total de imposto :      34.800,00</strong></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja,&nbsp;<strong>3,48%&nbsp;</strong>de&nbsp;<strong>Imposto de Renda</strong>, sobre o <strong>total resgatado</strong>, sem possibilidade de ajuste na Declaração de Imposto de Renda Anual (É uma tributação&nbsp;<strong>exclusiva na fonte</strong>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se comparado aos resultados obtidos na Parte I desta publicação (veja link <a href="https://www.multixplique.com.br/resgatar-sua-previdencia-privada-e-uma-decisao-financeira-correta-parte-i/">aqui</a>), o imposto a pagar é muito menor. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entretanto</strong>,<strong> </strong>faz-se necessário lembrar que existem benefícios fiscais oferecidos em planos PGBL que não são oferecidos em planos VBGL (possibilidade de dedução das contribuições até o limite de <strong>12% da renda bruta anual</strong>).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na verdade, são tipos de planos voltados para diferentes perfis de pessoas. Mas, isso é assunto para outro post, combinado?</p>



<p class="wp-block-paragraph">No <a href="https://www.multixplique.com.br/resgatar-sua-previdencia-privada-e-uma-decisao-financeira-correta-parte-iii/">próximo post</a>, vamos começar a responder algumas reflexões que decorrem dos números acima. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você gostou e desejar fazer um comentário, fique à vontade. </p>
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		<title>Resgatar sua previdência privada é uma decisão financeira correta? (Parte IV)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hugo Elsenbusch]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2020 01:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Decisões Financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[PGBL]]></category>
		<category><![CDATA[Planos Averbados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta 4ª parte do assunto &#8220;resgate em previdência privada&#8221;, vamos falar sobre os planos oferecidos por EAPCs &#8211; Entidades Abertas de Previdência Complementar, voltados para pessoas jurídicas que desejam oferecer planos de benefícios de aposentadoria para seus colaboradores. Existem dois tipos de planos: os Averbados e os Instituídos. Embora sejam planos de previdência, a grande [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="488" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/resgate-previdencia-1024x488.jpg" alt="" class="wp-image-1654" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/resgate-previdencia-1024x488.jpg 1024w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/resgate-previdencia-300x143.jpg 300w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/resgate-previdencia-768x366.jpg 768w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/resgate-previdencia-1536x732.jpg 1536w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/resgate-previdencia-2048x975.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta 4ª parte do assunto &#8220;resgate em previdência privada&#8221;, vamos falar sobre os planos oferecidos por EAPCs &#8211; <strong>Entidades Abertas de Previdência Complementar</strong>, voltados para <strong>pessoas jurídicas</strong> que desejam oferecer planos de benefícios de aposentadoria para seus colaboradores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem dois tipos de planos: os <strong>Averbados</strong> e os <strong>Instituídos.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora sejam planos de previdência, a grande diferença é que os <strong>Instituídos</strong> são planos em que a empresa que contrata a entidade aberta ou seguradora, ou seja, a empregadora, realiza contribuições para a aposentadoria dos seus empregados/colaboradores, tornando o caminho da aposentadoria <em>um pouco mais fácil</em>, afinal, parte desta caminhada será incentivada financeiramente, ou seja, patrocinada pela empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tal benefício é estratégia do RH das empresas que buscam, mediante oferta de benefícios diferenciados, promover a retenção de seus melhores talentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa determina a contribuição que ela irá realizar mensalmente para seu empregado/colaborador. Pode ser um <em>% do salário</em>, pode ser um <em>% escalonado</em> do salário (por exemplo: até R$ 2.000,00 ela contribuirá com 2%. Entre R$ 2.000,01 e R$ 5.000,00, será 5% e a partir desse valor 8%. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Basicamente, a empresa define as condições, podendo ou não exigir que o empregado contribua para o plano e vinculando sua contribuição patronal em função da realizada pelo empregado/colaborador. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Obs: </strong>A empresa define uma regra de <em>vesting</em>, que corresponde as condições que o valor que a empresa contribuiu para seu empregado será disponibilizada ao mesmo, seja por resgate ou transferência, via portabilidade, para outro plano de previdência, caso decida mudar de emprego no futuro. E, uma vez que essas regras podem influenciar diretamente no valor disponível ao participante, <em>é fundamental estar atento para essas regras,<strong> antes de realizar sua opção por um resgate,</strong> tema de nossa publicação.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você deseja uma definição mais técnica, veja esta definição disponível no material da PRACTA, preparatório para planejadores financeiros CFP:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><em>Vesting</em> é o conjunto de cláusulas que o participante, tendo expresso e prévio conhecimento, é obrigado a cumprir para que lhe possam ser oferecidos e postos à sua disposição os recursos da provisão decorrente das contribuições paga pela instituidora. Envolvem condições como mínimo de idade, anos de serviço ou de vinculação ao plano e podem não dar direito à totalidade das contribuições da patrocinadora ou instituidora. As cláusulas variam de plano para plano.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Como o intuito deste portal não é apresentar definições formalmente corretas que possam não ser tão didáticas, optamos sempre por buscar trazer ao nosso leitor o máximo de conhecimento possível. Assim, resumidamente, podemos dizer que as regras de <em>vesting</em> são parte <strong>fundamental</strong> em um plano corporativo patrocinado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já os planos <strong>Averbados</strong> são aqueles planos empresariais em que a empresa não efetua contribuições, mas, estão acessíveis aos seus empregados. E, qual seria a vantagem para eles, uma vez que não existe a contribuição patronal? Por serem planos corporativos, é comum que sejam negociadas cláusulas de taxas de administração e carregamento mais vantajosas do que os planos oferecidos para pessoa física. Podem também ser oferecidos fundos de investimentos que só seriam acessíveis à pessoas físicas que pudessem começar com um valor elevado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tanto os planos averbados e instituídos atualmente oferecidos no mercado estão compreendidos entre planos PGBL e VGBL.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, em termos de tributação, as regras são as mesmas já explicadas nas publicações <a href="https://www.multixplique.com.br/resgatar-sua-previdencia-privada-e-uma-decisao-financeira-correta-parte-i/">Parte I</a> e <a href="https://www.multixplique.com.br/resgatar-sua-previdencia-privada-e-uma-decisao-financeira-correta-parte-ii/">Parte II</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma diferença bastante significativa entre as regras de resgate das Entidades <strong>Abertas</strong> para as Entidades <strong>Fechadas</strong> é que no caso das abertas, o resgate da não se dá de uma única vez. Para as contribuições realizadas pela empresa no ano calendário, as mesmas só estarão disponíveis depois de cumprido 1 (um) ano calendário entre o ano em que foi realizada a última contribuição e o ano do efetivo recebimento do valor de resgate. Como parece confuso, vamos dar um exemplo. Já as contribuições individuais precisam de uma carência de 60 dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exemplificando:</strong> O participante contribuiu por 6 anos para seu plano de previdência instituído, entre 2013 e 2019. Ao solicitar o resgate em 2019, estarão disponíveis os valores que tenham sido vertidos até 2017. Os valores de 2018 somente serão disponibilizados em 2020 e os de 2019, a partir de 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora não tenhamos feito cálculos nesta publicação, a mensagem principal que estamos passando é que <strong>regras de <em>vesting</em></strong> são extremamente importantes para tomada de decisão de resgate. Se houver um plano que esteja condicionando o valor que o participante pode resgatar em função do tempo de vínculo ao plano, efetivamente contribuído, poderá implicar em uma importante decisão financeira, a de manter as contribuições, visando receber 100% da parte patronal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Enfim, tudo uma questão de <strong>MUITA</strong> análise.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ficou alguma dúvida? Deixe aqui nos comentários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No próximo post, faremos uma análise sobre o <strong>produto previdência privada</strong>, analisando as vantagens fiscais, tanto para as pessoas físicas como pessoas jurídicas e demonstrar, com fatos, porque é vantajoso para ambos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fique ligado no nosso portal. Até a próxima publicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">#multixplique</p>
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		<title>Resgatar sua previdência privada é uma decisão financeira correta? (Parte V)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Hugo Elsenbusch]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2020 20:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Agora que já falamos sobre todas as diferentes modalidades de planos previdenciários existentes, está na hora de mostrar a importância da previdência privada na vida das pessoas e também (por que não?), na vida das empresas. Quando o RH de uma empresa oferece um plano de previdência para seus empregados, o que está por trás [&#8230;]</p>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/win-win-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-1657" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/win-win-1024x1024.jpg 1024w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/win-win-300x300.jpg 300w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/win-win-150x150.jpg 150w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/win-win-768x768.jpg 768w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/win-win-1536x1536.jpg 1536w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/10/win-win-2048x2048.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Agora que já falamos sobre todas as diferentes modalidades de planos previdenciários existentes, está na hora de mostrar a importância da previdência privada na vida das pessoas e também (por que não?), na vida das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o RH de uma empresa oferece um plano de previdência para seus empregados, o que está por trás é um pouco além do que talvez consigamos imaginar a princípio, que é criar uma condição diferenciada de remuneração ao seu colaborador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um plano de previdência privada não se trata de um luxo, privilégio de empresas multinacionais ou de grande porte. Muito pelo contrário, esse tipo de investimento pode vir a trazer mais benefícios do que despesas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na verdade, existem diversas motivações e seguramente, não conseguirei esgotar cada uma delas a partir de agora:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Política poderosa de RH de <strong>retenção de talentos</strong> &#8211; sabemos que os melhores profissionais do mercado, vão se tornando ainda mais valiosos à medida que o tempo passa e vão almejando melhores posições em suas carreiras. No entanto, existem alguns <em>trade-offs </em>que dificultam sua decisão:<ul><li>deixar para trás uma história em uma empresa, seu legado;</li><li>de repente largar um projeto importante sem vê-lo concluído, ou seja, &#8220;no meio do caminho&#8221;, para continuar sua caminhada, <em>em outra empresa</em>;</li></ul><ul><li>sair da sua zona de conforto;</li><li>os benefícios da empresa (plano de saúde, carro da empresa, PLR, horário flexível, <strong>previdência privada</strong>, entre tantos outros.</li></ul></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas empresas definem condições específicas em seus planos de previdência, visando &#8220;dificultar&#8221; que boa parte do que ela tenha investido em seu profissional, na previdência privada, seja liberada ao mesmo em caso de demissão. São as conhecidas regras de <em>vesting</em>, conforme você já leu na <a href="https://www.multixplique.com.br/resgatar-sua-previdencia-privada-e-uma-decisao-financeira-correta-parte-iv/">parte IV</a>.</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Benefícios fiscais</strong> &#8211; o valor pago ao empregado em forma de benefício de previdência privada <strong>pode custar até 60% menos</strong> do que se fosse pago na forma de salário.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Aumento de produtividade</strong> &#8211; uma vez que a segurança financeira do empregado é percebida, o fator motivação entra em ação, fazendo com que tal profissional se sinta valorizado e torne-se mais engajado nos projetos da empresa.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa realizada em 2017 pela Aon mostrou que <strong>96%</strong> dos funcionários optavam pelo benefício de previdência privada oferecido pela empresa, sendo que <strong>80%</strong> das empresas contribuíam com valor igual ao empregado para o plano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Importante:</strong> Empresas optantes pelo <strong>Lucro Presumido</strong> <em>não tem direito</em> aos benefícios fiscais, ou seja, elas necessitam fazer a opção pelo <strong>Lucro Real</strong> e seus gastos sejam classificados como <em>despesas operacionais.</em></p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Ausência de encargos trabalhistas</strong> &#8211; a empresa não tem a obrigação de recolher encargos trabalhistas sobre as contribuições previdenciárias no plano corporativo porque <em>não são considerados como salário.</em></li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Abatimento da CSLL </strong>(Contribuição social sobre o Lucro Líquido) &#8211; as contribuições feitas pela empresa ao plano de previdência corporativo que excederem o teto da dedução do Imposto de Renda podem abater parte da base de cálculo da CSLL.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mas, como se dá tal economia para a empresa?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Como já mencionado acima, conceder em forma de benefício ao invés de salário representa para a empresa uma economia de até 60%. Por exemplo. cada R$ 1.000,00 pagos sob a forma de salário representam em torno de R$ 1.700,00 enquanto que em forma de previdência privada, tais valores seriam equivalentes a R$ 660,00.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se confirmada a pesquisa feita pela Aon, uma contribuição em torno de <strong>5%</strong> do salário sendo feita para algo em torno de <strong>80%</strong> dos empregados que aderem ao plano, terá uma oneração na folha de <strong>2,5%</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Obs: </strong>Planos VGBL não permitem as vantagens fiscais acima.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E pode ficar ainda melhor</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se uma empresa montar uma política de salários com essa filosofia, poderá concentrar maior parte dos recursos disponíveis para os empregados com maiores salários e com mais idade, pois estes não tem um histórico de rotatividade elevada, se comparados aos mais jovens que estão em outra fase profissional, em que fazem com maior frequencia novas descobertas e se lançam aos mais diversos desafios profissionais, sem antes criar uma identidade com seu empregador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os colaboradores à medida que se tornam mais maduros, percebem o impacto de um pacote de benefícios que contenha um incentivo para a previdência e possuem uma visão mais crítica, o que justifica inclusive a necessidade de acumular o máximo possível para poder criar condições de aposentadoria em um futuro já não tão distante (<strong>o que representa inclusive uma justificativa para haver uma maior contribuição da empresa</strong>)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sejam em planos corporativos <strong>PGBL / VGBL</strong> / <strong>CD / CV</strong> , as regras de resgate precisam ser muito bem definidas, pois tais valores não resgatáveis podem vir a se tornar importante recurso financeiro para a empresa, trazendo novo fôlego ao negócio e ainda compensando despesas com o benefício. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Minha recomendação </strong>é permitir o resgate de 100% dos valores aportados pela empresa a partir de 15 anos, sendo que hoje a prática de mercado acontece em média após 8 anos. Considero 15 anos o ideal, pois seria um tempo já considerável de permanência e dedicação do colaborador à instituição e permite è empresa elaborar projetos de longo prazo para seus principais profissionais. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Adicionalmente,</em> quanto menor o prazo exigido para a &#8220;liberação&#8221; de 100% da parte relativa às contribuições da empresa, menor a força do programa de retenção de talentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ciente da possibilidade de definir as regras do plano para retirada de valores, o RH, tem em mãos uma grande oportunidade para montar uma política de retenção de talentos efetiva, como por exemplo, atribuir percentuais maiores para resgate em casos de demissão e percentuais menores em caso de pedido de demissão feitos pelos empregados, desde que tudo esteja <strong>previsto de forma clara</strong> no contrato.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Planos de previdência</strong> não são apenas benefícios para pessoas físicas. As empresas estão sim muito interessadas neste benefício, pois esta é uma ferramenta poderosa de <strong>retenção de talentos</strong>, que quando bem aproveitada, favorece não apenas os empregados, mas a própria empresa que motiva seus funcionários, consegue manter seus bons profissionais engajados e identificados com os seus valores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Optar pelo resgate em previdência privada pode vir a <strong>frustrar os planos</strong> das pessoas. Imposto de renda, regras de resgate permitidas pelo plano, e principalmente, a <strong>desistência</strong> de um planejamento para o futuro são fatores que devem ser levados em consideração antes de uma tomada de decisão irreversível.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">No próximo e último post sobre resgates em previdência privada, vamos fazer uma análise conclusiva sobre esta opção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> </p>
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