<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos tabela regressiva - Multixplique</title>
	<atom:link href="https://www.multixplique.com.br/tag/tabela-regressiva/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.multixplique.com.br/tag/tabela-regressiva/</link>
	<description>Aqui entra um slogan</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Aug 2021 03:49:18 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2020/05/favicon-large-multixplique.png</url>
	<title>Arquivos tabela regressiva - Multixplique</title>
	<link>https://www.multixplique.com.br/tag/tabela-regressiva/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Tabela Progressiva ou Regressiva: A primeira difícil escolha na previdência privada &#8211; Parte 1</title>
		<link>https://www.multixplique.com.br/tabela-progressiva-ou-regressiva-a-primeira-dificil-escolha-na-previdencia-privada-parte-1/</link>
					<comments>https://www.multixplique.com.br/tabela-progressiva-ou-regressiva-a-primeira-dificil-escolha-na-previdencia-privada-parte-1/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Elsenbusch]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Jul 2021 14:26:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Decisões Financeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[PMP]]></category>
		<category><![CDATA[tabela regressiva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.multixplique.com.br/?p=2218</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quando este Portal de Educação Financeira foi criado, havia o compromisso de sempre tratar de assuntos relevantes de uma forma didática e na medida do possível, de forma leve. Não basta publicar conteúdo apenas por publicar, sem que não se perceba VALOR no que aqui é produzido. Nosso conteúdo é diferenciado e por isso, vamos [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.multixplique.com.br/tabela-progressiva-ou-regressiva-a-primeira-dificil-escolha-na-previdencia-privada-parte-1/">Tabela Progressiva ou Regressiva: A primeira difícil escolha na previdência privada &#8211; Parte 1</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.multixplique.com.br">Multixplique</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="557" height="1024" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Duvida-557x1024.png" alt="" class="wp-image-2219" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Duvida-557x1024.png 557w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Duvida-163x300.png 163w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Duvida.png 601w" sizes="(max-width: 557px) 100vw, 557px" /></figure>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Quando este Portal de Educação Financeira foi criado, havia o compromisso de sempre tratar de assuntos relevantes de uma forma didática e na medida do possível, de forma leve. Não basta publicar conteúdo apenas por publicar, sem que não se perceba VALOR no que aqui é produzido. Nosso conteúdo é <strong>diferenciado</strong> e por isso, vamos ganhando <strong>destaque</strong> e <strong>reconhecimento</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa publicação, vamos falar de um assunto de extrema relevância e muito mal explorado por diversos outros sites e fontes de informações gratuitas. Vamos ajudar você a tomar uma decisão importante, respondendo as seguintes perguntas:</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que são os Regimes de Tributação Progressiva e Regressiva?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como fazer a escolha do regime de tributação?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até quando devo tomar a decisão? </p>



<p class="wp-block-paragraph">E se eu não tomar nenhuma decisão, o que acontece?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que muda após eu fazer minha opção?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe alguma regra padrão que facilite a minha tomada de decisão?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que é PEPS e o que é PMP?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, estamos criando um <em>guia prático</em> para orientar qual a forma correta de se avaliar a escolha da tributação de seu plano de Previdência Privada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esteja você interessado em adquirir um plano de previdência privada, oferecido por Entidades Abertas ou Fechadas de Previdência Complementar ou Seguradoras, nas modalidades PGBL, contribuição definida ou contribuição variável, prepare-se para escolher o destino da tributação de seus investimentos no futuro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Inicialmente cabe ressaltar que a partir da criação da Lei 11.053/04, todos os participantes que já estavam inscritos em planos de previdência do tipo FAPI, PGBL, contribuição definida ou variável e VGBL (seguro de vida com cláusula de sobrevivência) bem como os futuros participantes, foram obrigados a tomar uma decisão complicada, talvez sem nunca terem tido a orientação adequada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que já se tornou comum foi ver ao longo de todos esses anos desde que a lei passou a vigorar, uma tendência de simplificação do número de cenários possíveis para avaliar, de forma a tornar a decisão mais fácil para quem se vê obrigado a fazer a sua definição quanto à questão da tributação. A triste notícia é que os &#8220;atalhos&#8221; criados pelos ditos &#8220;especialistas&#8221; <strong>não funcionam</strong> em 100% dos casos, como uma &#8220;regra de bolso&#8221;.  Em outras palavras, as regras simplificadas não levam em consideração todas as hipóteses que deveriam ser avaliadas. E o que isso significa? Que muita gente que seguiu esse tipo de opiniões, dicas ou recomendações imprecisas, <strong>tomou decisões erradas</strong>, muitas vezes impossíveis de serem revertidas e, quando canceladas, apresentam ônus para os participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para evitar que arrependimentos se tornem uma constante na vida das pesssoas, nesta sequencia de publicações que estamos fazendo, vamos acabar com alguns &#8220;mitos&#8221;, como por exemplo: </p>



<ul class="wp-block-list"><li>&#8220;Se sua aposentadoria for de até X mil Reais é melhor fazer a opção pela Tabela Progressiva&#8221;;</li><li>&#8220;A Tabela Regressiva não vale à pena se você for se aposentar nos próximos 2 ou 4 anos&#8221;.</li><li>&#8220;Se você já tem idade não adianta optar por Tabela Regressiva.&#8221;</li><li>&#8220;Se você deixar o dinheiro por mais de 10 anos, sempre faça a opção pela Tabela Regressiva.&#8221; </li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">São tantos fatores a serem considerados, tantas as particularidades possíveis, que é recomendável não buscar orientação como se esta opção pudesse ser tomada mediante uma &#8220;receita de bolo&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, não tome decisões precipitadas e não procure saber que decisões tomara outras pessoas para tomar a sua própria decisão. Cada pessoa é diferente uma da outra e possui número de rendas, idade, patrimônio, nº de dependentes, necessidades, todos esses dados diferentes e, justamente por isso, não devem ser colocadas em lotes padronizados de casos porque há momentos que as exceções acontecem e este pode ser justamente o seu caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dito isso, vamos começar a explicação pelo básico:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Informação relevante</strong>: A opção pela Tabela Regressiva é&nbsp;<strong>irretratável</strong>, conforme disposto no § 6º do Art. 1º da referida Lei 11.053/04.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os que já estavam inscritos em planos de previdência, todos os aportes efetuados até 31.12.2004 teriam como ponto inicial para fins de contagem de tempo, Janeiro/2005, mesmo que a opção pelo regime de tributação regressiva fosse feita até novembro daquele ano. Isso mesmo. Foi dado um prazo até novembro/05 e foi dado um período maior para para que fosse possível a compreensão do novo regime antes de formalizar a referida opção sobre os valores que historicamente já tinham sido feitos nos planos de previdência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cabe aqui uma observação: Planos de benefício definido, os &#8220;Planos BD&#8221; oferecidos por EFPCs e os planos tradicionais, comercializados por EAPCs e Seguradoras, que são planos mutualistas caracterizados por benefícios de caráter vitalício, por serem entendidos como de benefício definido, não estavam enquadrados nessa lei. Portanto, nada mudou para esses planos e seus participantes não tiveram que tomar nenhuma decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta forma alterativa de tributação trazida pela lei se tratava de uma inovação à época.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Observe o que a lei diz expressamente é que&nbsp;optar pela tabela regressiva não permite&nbsp;a possibilidade de alterar a opção. E o que a lei diz sobre optar pela tabela progressiva?&nbsp;<strong>Quase nada.&nbsp;</strong>Como há um prazo para a referida opção de tributação, qual seja, o último dia útil do mês subsequente à opção, a não opção é entendida como se o participante optasse pela tabela progressiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eis aí um primeiro e interessante ponto a ser verificado por você que já tem um plano de previdência e descobiu que a sua opção tomada à época não foi a mais adequada hoje. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os motivos podem ter sido os mais diversos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Quando tomou a decisão não tinha conhecimento de todas as informações;</li><li>Sua situação profissional atual seja muito diferente de quando fez a opção;</li><li>A reforma da previdência adiou muito a sua aposentadoria;</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Se a sua opção foi pela tabela Progressiva Compensável, pode ser que ainda esteja em tempo de mudar tal opção, se assim lhe parecer mais vantajoso, nem que para isso você precise talvez&nbsp;<strong>mudar de plano</strong>. Dependendo do caso, é possível mudar a opção, mas essa regra depende muito do tipo de plano que você está inscrito (PGBL, VGBL, FAPI, CD, CV).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quais as principais características da&nbsp;<strong>Tabela Regressiva</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>É uma opção facultativa, em alternativa à Tabela Progressiva;</li><li>É Irretratável;</li><li>Despesas com pensão alimentícia, doações, despesas médicas e com instrução <strong>não são dedutíveis</strong> para fins de Imposto de Renda;</li><li>Tributação exclusiva na Fonte, sem ajuste anual de IR;</li><li>A alíquota de IR a ser aplicada é calculada conforme prazo de acumulação e o montante aplicado;</li><li>Existem 2 métodos de cálculo da alíquota de imposto de renda: <strong>PMP</strong> (Prazo Médio Ponderado) e <strong>PEPS</strong> (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai); </li><li>As alíquotas decrescem mesmo após a concessão do benefício, tendendo a 10%.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">A seguir, as alíquotas aplicáveis conforme o tempo de acumulação:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="761" height="289" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Tabela-Regressiva-2.jpg" alt="" class="wp-image-2222" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Tabela-Regressiva-2.jpg 761w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Tabela-Regressiva-2-300x114.jpg 300w" sizes="(max-width: 761px) 100vw, 761px" /><figcaption>Tabela Regressiva &#8211; Lei 11.053/04</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Vemos portanto que o tempo é uma variável importantíssima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez apresentadas as alíquotas e os prazos, é necessário compreender como se dá a contagem deste tempo. Isso porque, dependendo de como será pago o benefício no futuro, ou seja, se será pago por prazo vitalício ou prazo temporário (prazo definido), <strong>a contagem do tempo é diferente</strong>. E pouco se fala sobre esse &#8220;detalhe&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ilustração a seguir resume as possíveis situações:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="564" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Prazo-Acumulacao-1024x564.jpg" alt="" class="wp-image-2225" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Prazo-Acumulacao-1024x564.jpg 1024w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Prazo-Acumulacao-300x165.jpg 300w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Prazo-Acumulacao-768x423.jpg 768w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Prazo-Acumulacao.jpg 1058w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os métodos de cálculo do tempo obedecem às seguintes condições:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Se o benefício for <em>renda vitalícia</em>, contagem do tempo pelo <strong>Método PMP</strong></li><li>Se o benefício for <em>renda por prazo certo</em> (determinado), contagem do tempo pelo <strong>Método PEPS</strong></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Neste método, observa-se claramente o impacto da relação “<em>valor</em> da contribuição &amp; <em>tempo</em> de contribuição” sobre a alíquota de Imposto de Renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como era de se esperar, por se tratar de uma <strong>tabela regressiva</strong>, a alíquota será tão menor quanto maior for o prazo médio calculado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No PMP, o número de meses decorridos <span style="text-decoration: underline;">não corresponde de forma equivalente ao tempo de acumulação</span> considerado para fins de apuração da alíquota de IR. Isso acontece porque há uma <strong>atribuição de peso</strong> em relação aos valores aportados. Ou seja, <strong>QUANDO</strong> você faz o aporte financeiro, <strong>importa</strong> muito!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos ver como funciona, <strong>NA PRÁTICA</strong>?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Suponha o cenário em que uma pessa fez aportes <strong>constantes</strong> e <strong>iguais</strong> a R$ 1.000,00<strong>.</strong>&nbsp;Veja o cálculo do PMP após 300 meses (25 anos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não entraremos em detalhes do cálculo do PMP, porque nosso objetivo é explicar o impacto que as contribuições tem no resultado final. Porém, se você ainda tiver interesse, pode conferir a fórmula, que se encontra disponibilizada na tabela a seguir. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse exemplo, você vai perceber o <strong>efeito de contribuições</strong> realizadas <strong>de forma constante</strong> ao longo do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso acontece porque o <strong>valor aportado interfere</strong> nessa contagem, tendo maior ou menor &#8220;peso&#8221; no cálculo. Portanto, quanto maiores forem os aportes e quanto mais tempo passar, menor tenderá a ser a alíquota a ser aplicada <strong>quando a pessoa for receber</strong> o benefício.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="922" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Metodo-PMP-Cenario-1.png" alt="" class="wp-image-2233" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Metodo-PMP-Cenario-1.png 900w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Metodo-PMP-Cenario-1-293x300.png 293w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Metodo-PMP-Cenario-1-768x787.png 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme demonstrado na tabela acima, são <span style="text-decoration: underline;">necessários 20 anos</span> para que o PMP possa ser igual a 10 anos, ou seja, para que a <strong>alíquota mínima seja aplicada</strong>. Dependendo do horizonte que a pessoa tenha para se aposentar, esta informação pode ser desanimadora&#8230;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez dito isso, vamos ver o efeito no cálculo do PMP quando um aporte de valor elevado (R$ 100.000) é realizado no último mês, ou seja, o de nº 300. Observe a imagem a seguir:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Obs:</strong> Todas as contribuições anteriores são de <strong>R$ 1.000 reais</strong>. O aporte num valor expressivo é o único detalhe que torna a simulação diferente da que vimos acima.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="917" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Metodo-PMP-Cenario-2.png" alt="" class="wp-image-2234" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Metodo-PMP-Cenario-2.png 900w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Metodo-PMP-Cenario-2-294x300.png 294w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Metodo-PMP-Cenario-2-768x783.png 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme visto acima um aporte expressivo no último mês fez com que o prazo médio ponderado que já estava no limite mínimo de alíquota, ou seja, 10% após ter atingido 10 anos, sofresse uma alteração, sendo alterado para&nbsp;<strong>7,60 anos.&nbsp;</strong>A alíquota nesse caso ainda seria relativamente alta (20%) caso o benefício fosse solicitado após <strong>25 anos</strong> de contribuição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas como informação, se o aporte tivesse sido <span style="text-decoration: underline;">300 mil</span> ou <span style="text-decoration: underline;">700 mil</span>, os prazos médios ponderados (acreditem!) seriam respectivamente <strong>4,22</strong> e <strong>2,25 anos</strong>, fazendo com que as alíquotas aplicáveis de IR fossem de <strong>25%</strong> e <strong>30%</strong>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>primeira grande conclusão</strong> a que chegamos é que a estratégia de acumular recursos em investimentos com &#8220;maior liquidez&#8221;, tais como ações, títulos públicos federais ou mesmo alguns fundos de investimentos, ao invés de investir na previdência mês a mês, pode trazer grande impacto negativo no valor líquido de benefício a ser recebido na previdência privada, pelo menos nos primeiros anos de benefício, frustrando muitas expectativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa situação de deixar maiores aportes no final não é tão rara como se pode imaginar a princípio. Pode ser em função de recebimento de verbas rescisórias trabalhistas, incluindo o FGTS ou mesmo a venda de um imóvel para poder transformar o patrimônio em uma renda de aposentadoria. Portanto, é mais comum do que muita gente imagina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há também casos como o de investidores que detém um maior conhecimento no mercado financeiro e, ao optarem por realizar o gerenciamento de suas próprias carteiras, deixam para concentrar os recursos no plano de aposentadoria somente no final e acabam sendo surpreendidos, por não terem observado essas importantes nuances da previdência privada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nosso <strong>último exemplo</strong>, vamos ver o efeito da mesma contribuição elevada, R$ 100.000,00, no 1º mês de contribuição ao plano. Como você já pode imaginar, é de se esperar que o PMP atinja 10 anos em menos tempo. Observe:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="901" height="919" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Metodo-PMP-Cenario-3.png" alt="" class="wp-image-2235" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Metodo-PMP-Cenario-3.png 901w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Metodo-PMP-Cenario-3-294x300.png 294w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/07/Metodo-PMP-Cenario-3-768x783.png 768w" sizes="(max-width: 901px) 100vw, 901px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>segunda grande conclusão</strong>, já previsível depois do que mostramos até aqui, é que nos casos em que o prazo é apurado pelo PMP, quanto antes for feito o investimento, melhor para reduzir a tributação do benefício. Considerando o  aporte de 100 mil logo no primeiro mês de contribuição, mantidas as demais contribuições constantes em R$ 1.000,00, em apenas 15 anos a alíquota mínima de 10% é atingida. Se, ao invés de aportar este valor, fossem aportados 300 mil ou 700 mil, teríamos respectivamente 12 e pouco menos de 11 anos para o PMP ser superior a 10 anos e assim, atingir a alíquota mínima de 10%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na proxima publicação</strong>, mostraremos o como se dá o cálculo do prazo e da tributação regressiva sobre os benefícios, pelo método PEPS, muito mais fácil de ser entendido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Basta <a href="https://www.multixplique.com.br/tabela-progressiva-ou-regressiva-a-primeira-dificil-escolha-na-previdencia-privada-parte-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clicar aqui</a> e acessar a Parte 2</p>



<p class="wp-block-paragraph">#multixplique</p>
<p>O post <a href="https://www.multixplique.com.br/tabela-progressiva-ou-regressiva-a-primeira-dificil-escolha-na-previdencia-privada-parte-1/">Tabela Progressiva ou Regressiva: A primeira difícil escolha na previdência privada &#8211; Parte 1</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.multixplique.com.br">Multixplique</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.multixplique.com.br/tabela-progressiva-ou-regressiva-a-primeira-dificil-escolha-na-previdencia-privada-parte-1/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tabela Progressiva ou Regressiva: A primeira difícil escolha na previdência privada – Parte 3</title>
		<link>https://www.multixplique.com.br/tabela-progressiva-ou-regressiva-a-primeira-dificil-escolha-na-previdencia-privada-parte-3/</link>
					<comments>https://www.multixplique.com.br/tabela-progressiva-ou-regressiva-a-primeira-dificil-escolha-na-previdencia-privada-parte-3/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Elsenbusch]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Aug 2021 03:40:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[IRRF]]></category>
		<category><![CDATA[peps]]></category>
		<category><![CDATA[tabela regressiva]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.multixplique.com.br/?p=2255</guid>

					<description><![CDATA[<p>Chegamos à 3ª parte desta sequência de publicações sobre Tabela Progressiva e Regressiva. Caso você não tenha lido, você pode acessar lendo a Parte 1 e a Parte 2 (clique sobre os links) antes de continuar a leitura aqui nessa página. Agora, se você já leu as publicações anteriores, já entendeu as regras da tributação [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.multixplique.com.br/tabela-progressiva-ou-regressiva-a-primeira-dificil-escolha-na-previdencia-privada-parte-3/">Tabela Progressiva ou Regressiva: A primeira difícil escolha na previdência privada – Parte 3</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.multixplique.com.br">Multixplique</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/08/negocios-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-2270" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/08/negocios-1024x768.jpg 1024w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/08/negocios-300x225.jpg 300w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/08/negocios-768x576.jpg 768w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/08/negocios-1536x1152.jpg 1536w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/08/negocios-2048x1536.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-drop-cap wp-block-paragraph">Chegamos à 3ª parte desta sequência de publicações sobre Tabela Progressiva e Regressiva. Caso você não tenha lido, você pode acessar lendo a <a href="https://www.multixplique.com.br/tabela-progressiva-ou-regressiva-a-primeira-dificil-escolha-na-previdencia-privada-parte-1/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Parte 1</a> e a <a href="https://www.multixplique.com.br/tabela-progressiva-ou-regressiva-a-primeira-dificil-escolha-na-previdencia-privada-parte-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Parte 2</a> (clique sobre os links) antes de continuar a leitura aqui nessa página.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, se você já leu as publicações anteriores, já entendeu as regras da tributação regressiva. Chegou a hora então de entender como isso funcionaria na prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você irá entender como fazer uma comparação entre os regimes Tabela Progressiva Compensável e a Tabela Regressiva Definitiva, observando diversos tempos de acumulação de recursos. &#8220;Time matters&#8221;, ou seja, o tempo importa!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma análise comparativa menos superficial entre os regimes de tributação pode mostrar que a <span style="text-decoration: underline;">Tabela Regressiva nem sempre é vantajosa</span>, mesmo com a aplicação da alíquota mínima de 10%. E, para chegar a essa conclusão, é preciso considerar outras variáveis, conforme veremos adiante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos a um exemplo numérico para que tudo fique mais claro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos considerar a tributação regressiva, sendo aplicada a alíquota de 25% e fazer a comparação com a aplicação da Tabela Progressiva. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Importante: </strong>A análise se dará levando em consideração a tributação mensal do imposto de renda. Admita as seguintes premissas:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Aposentadoria INSS:</strong> <em>R$ 3.500,00</em></li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Renda adicional*:</strong> <em>R$ 4.500,00</em></li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">* Considere como &#8220;renda adicional&#8221; ou suplementação, correspondente a um benefício de previdência privada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As rendas acima são rendas complementares, porém, mensalmente, são tributadas de forma separada, ou seja, enquanto o INSS tributa &#8220;na fonte&#8221;, o aluguel é pago via &#8220;carnê-leão&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> Observe a imagem a seguir:</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="934" height="493" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Exemplo-Tab-Prog-e-Regr-Mensal.jpg" alt="" class="wp-image-2265" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Exemplo-Tab-Prog-e-Regr-Mensal.jpg 934w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Exemplo-Tab-Prog-e-Regr-Mensal-300x158.jpg 300w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Exemplo-Tab-Prog-e-Regr-Mensal-768x405.jpg 768w" sizes="(max-width: 934px) 100vw, 934px" /><figcaption>Tabela Progressiva x Regressiva (comparação mensal)</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">No exemplo acima temos duas rendas tributáveis: </p>



<ul class="wp-block-list"><li> Aposentadoria do INSS e a Aposentadoria privada.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Como saber qual regime de tribuitação será o mais favorável?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como a tributação é paga por <strong>fontes diferentes</strong>, temos inicialmente o desconto de imposto retido na Fonte pelo INSS, no valor de <em>R$ 170,02</em> (<strong>tabela progressiva</strong>), uma vez que esta renda não sofre alteração de tributação segundo a Lei 11.053/04.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há dois recolhimentos de IR na Fonte, sendo uma pela <em>Tabela Progressiva</em> (em cinza claro) e outra pela <em>Tabela Regressiva</em> (em cinza escuro).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiramente, você deve reparar que chama um pouco a atenção a diferença de IR total pago pelo participante, em 12 meses, (<strong>R$ 13.500,00</strong> vs <strong>R$ 4.516,44</strong>). A alíquota de imposto aplicada de25% sugere que ele acabou optando pela Tabela Regressiva. Logo, o prazo de acumulação calculado ficou entre 4 e 6 anos,</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso mesmo&#8230; enquanto a <span style="text-decoration: underline;">Tabela Progressiva</span> acumula uma retenção anual na fonte de R$ 4.516,44, a <span style="text-decoration: underline;">Tabela Regressiva</span> apresenta um retenção acumulada de R$ 13.500,00, equivalente a 198,9% de <strong>imposto a mais</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Então basta essa comparação para a tomada de decisão?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com certeza não! Existe um detalhe muito importante que não pode simplesmente &#8220;passar despercebido&#8221;: Não esqueça que a tributação de Imposto de Renda é <strong>provisória</strong> até que seja feito o devido <strong>ajuste na declaração anual</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse último detalhe nos leva à seguinte pergunta: </p>



<p class="wp-block-paragraph">Como ficaria a análise do caso acima se fosse <strong>apresentada a comparação anual, ao invés da mensal?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Você acha que a tabela progressiva poderia se mostrar desvantajosa em relação à aplicação da tabela regressiva, com alíquota de 25%?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é a pergunta que vamos responder no quadro a seguir:</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Compara-Tributacao-Anual-1-1024x467.jpg" alt="" class="wp-image-2272" width="962" height="438" srcset="https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Compara-Tributacao-Anual-1-1024x467.jpg 1024w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Compara-Tributacao-Anual-1-300x137.jpg 300w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Compara-Tributacao-Anual-1-768x350.jpg 768w, https://www.multixplique.com.br/wp-content/uploads/2021/08/Compara-Tributacao-Anual-1.jpg 1180w" sizes="(max-width: 962px) 100vw, 962px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez feitos os cálculos da maneira adequada, ou seja, comparação anual, vemos a&nbsp;<strong>importância da comparação anual</strong>&nbsp;das receitas tributáveis. A comparação mensal pode levar à&nbsp;<strong>tomada de decisões equivocadas</strong>&nbsp;em virtude da diferença tão expressiva entre as simulações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No exemplo chegamos à conclusão que após o ajuste anual, caso a opção tivesse sido pela Regressiva, haveria um saldo a pagar de <strong>R$ 0,03</strong>, totalizando um imposto anual de <strong>R$ 15.542,43</strong>, que representaria <strong>16,19%</strong> de alíquota <strong>anual</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, na opção pela Progressiva, o imposto seria de <strong>R$ 15.967,68,</strong> sendo necessário fazer um pagamento de <strong>R$ 9.408,94</strong>, em função de ter recolhido menos imposto ao longo de cada mês. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a diferença total entre as duas formas de tributação seria de <strong>R$ 425,25</strong>, sendo a opção pela <strong>Tabela Regressiva mais vantajosa</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A explicação para o resultado acima encontra-se no fato de que pelo fato das renda do INSS e da aposentadoria privada serem retidas em fontes diferentes, a alíquota aplicada sobre o benefício do INSS é inferior à efetivamente devida pela pessoa física ao longo do ano. Na declaração de ajuste anual, quando são somadas as parcelas recebidas de diversas fontes, apura-se a alíquota efetiva. Pelo fato de ambas serem no mesmo regime progressivo, um recálculo é efetuado, onerando o valor final a ser pago, </p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, percebe-se que a diferença que antes era favorável à opção pela tabela progressiva mensal de aproximadamente 9 (nove) mil Reais transforma-se em desvantagem, de aproximadamente 425 Reais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Temos uma&nbsp;importante<strong> conclusão:&nbsp;</strong>Toda comparação entre os regimes de tributação deve ser feita&nbsp;considerando a renda bruta anual, sem exceção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para finalizar, é importante ainda lembrar que= não são apenas esses os únicos fatores que devem ser considerados para a melhor tomada de decisão quanto ao regime de tributação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação tributária permite outras deduções. Logo, quando for tomar sua decisão, você deve considerar ainda o nº de dependentes para fins de imposto de renda que terá no futuro, os custos com despesas médicas estimadas e também o número de rendas tributáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tendência é que, à medida que existam mais fontes de rendas distintas, a opção pela tabela regressiva seja cada vez mais adequada. Dessa forma, fica assegurado que uma parte da renda tributável (a previdência privada), ja oferecida à tributação com uma alíquota definitiva de menor valor, podendo chegar a 10%, com o passar dos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Deduções permitidas, tais como despesas médicas, não dedutíveis sobre a renda oferecida à tributação regressiva poderiam ser direcionadas para abater as rendas tributáveis no regime da tributação progressiva (INSS, rendas de aluguéis, etc), fazendo um importante planejamento tributário na vida pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como vimos, são fatores fundamentais para a tomada de decisão:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>O tempo que falta para a aposentadoria;</li><li>A quantidade de fontes de rendas previstas na fase de aposentadoria;</li><li>Valor mensal do benefício de previdência privada;</li><li>O resgate em planos de previdência, se for necessário, deve ser planejado de forma a minimizar a incidência do imposto na tabela regressiva (aguardar que os valores aportados tenham atingido o prazo de acumulação igual a 10 anos);</li><li>A portabilidade é isenta de tributação. O plano receptor deverá seguir a contagem de tempo oriunda do plano originário, em caso de opção pela tabela regressiva. Sendo tabela progressiva no plano originário e regressiva no plano receptor, há a possibilidade de alteração da opção pela tributação.</li></ol>



<p class="wp-block-paragraph">Chegamos ao fim desta pequena série de publicações. Esperamos que nosso conteúdo tenha sido útil e o ajude a tomar as melhores decisões financeiras. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">#multixplique</p>
<p>O post <a href="https://www.multixplique.com.br/tabela-progressiva-ou-regressiva-a-primeira-dificil-escolha-na-previdencia-privada-parte-3/">Tabela Progressiva ou Regressiva: A primeira difícil escolha na previdência privada – Parte 3</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.multixplique.com.br">Multixplique</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.multixplique.com.br/tabela-progressiva-ou-regressiva-a-primeira-dificil-escolha-na-previdencia-privada-parte-3/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
